Carros e Motos

Dia Mundial do Fusca: Museu em São Paulo reúne exemplares únicos

Publicado em

Coleção começou há mais de 30 anos e reúne modelos de diversos países
Reprodução/Renato Bellote

Coleção começou há mais de 30 anos e reúne modelos de diversos países

Hoje é o Dia Mundial do Fusca . Essa data tem uma razão especial para todos os proprietários do clássico besouro refrigerado ar por uma razão. Em 1934 Ferdinand Porsche assinou o contrato para iniciar o processo de fabricação desse ícone que se tornaria mundial com o passar dos anos.

O Fusca chegaria ao Brasil na década de 50. Naquele momento ele ainda era montado por aqui por uma empresa chamada Brasmotor. A produção era no sistema CKD, que consistia basicamente em montar o carro que chegava em lotes de peças.

A produção 100% nacional só ocorreu em 1959, e o modelo se tornou o segundo Volkswagen a ser fabricado no Brasil. A pioneira foi a Kombi em 1957. Por aqui o simpático carrinho logo conquistou o seu público-alvo, em parte por conta do preço bastante atrativo e também pela durabilidade e resistência do conjunto, tanto de suspensão quanto mecânico.

Leia Também:  Ram lança minissérie sobre a nova picape Rampage

Ao longo dos anos ele passou por várias modificações e melhoramentos, sempre mantendo o estilo original que rendeu vários apelidos para cada país no qual foi vendido. No Brasil é chamado de Fusca, em Portugal de Carocha, nos Estados Unidos de Beetle e por aí vai. O modelo manteve a mesma essência do início ao fim, que aconteceria no México no começo da década de 2000.

Para o colecionador Camilo Cristófaro o modelo sempre foi muito mais do que uma paixão. A sua atração pelo besouro da Volkswagen começou há muitos anos e, desde então, ele foi adquirindo vários exemplares, muitos deles icônicos e séries especiais, para formar o maior acervo da América Latina.

Recentemente Cristófaro resolveu compartilhar a sua paixão com todo o público inaugurando o Museu do Fusca, no bairro do Ipiranga. Por lá a coleção pode ser vista, apreciada e fotografada sob todos os ângulos. Cada exemplar possui uma pequena placa com detalhes do ano em versão.

Neste rico acervo temos modelos nacionais e estrangeiros, com destaque para as versões alemãs, norte-americanas e também a última série mexicana. Na matéria em vídeo temos todas as informações para agendar a sua visita. Vale muito a pena conhecer. Vida longa ao Fusca!

Leia Também:  Polícia Civil lamenta morte do investigador Juann Paulo Queiroz, chefe de operações da Dema

Fonte: Carros

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Carros e Motos

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Published

on

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Leia Também:  Prefeito se reúne nesta sexta-feira 23 com o coordenador do Censo Demográfico para apresentação dos dados de coleta

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

Leia Também:  O que leva a condenar um pneu que ainda não foi muito usado?

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA