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C3 Aircross 2024: Citroën revela primeiro teaser do SUV de 7 lugares

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O Novo C3 Aicross 2024 terá a missão de enfrentar modelos de entrada como Jeep Renegade, Volkswagen T-Cross e Chevrolet Tracker
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O Novo C3 Aicross 2024 terá a missão de enfrentar modelos de entrada como Jeep Renegade, Volkswagen T-Cross e Chevrolet Tracker

O que antes era definido como Projeto CC24 , agora a nova geração batizada de C3 Aircross, o segundo modelo do Projeto C-Cubed da Citroën , vai ganhar as ruas do Brasil em breve.

A afirmação vem da própria Citroën ao soltar a primeira imagem teaser da frente do SUV que será mostrado por completo a partir da próxima semana. “Modelo inédito será mostrado na próxima semana; estamos ansiosos para apresentar em breve o Novo SUV Citroën C3 Aircross, desenvolvido e produzido na América do Sul. Fique atento(a)!”, diz o comunicado da marca francesa.

O novo Citroën C3 Aircross será construído a partir da plataforma CMP, a mesma que serve de base para a construção do Peugeot 208 e do Novo C3 ; e contará com o motor 1.0 turbo do Fiat Pulse . Pertencente à família GSE , o propulsor Turbo 200 Flex, entrega no SUV da Fiat 130 cv de potência com etanol ou 125 cv com gasolina , enquanto o torque máximo é de 20,4 kgfm a 1.750 rpm, tanto com etanol quanto com gasolina.

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Além do visual totalmente repaginado, o novo crossover, pela primeira vez, contará com a opção para sete lugares , além da convencional de cinco pessoas, igualmente como acontece com a minivan Chevrolet Spin . Aliás, além dela, o Novo C3 Aircross 2024 terá a missão de enfrentar modelos de entrada como Jeep Renegade , Volkswagen T-Cross e Chevrolet Tracker .

De acordo com o site Autos Segredos , o novo carro da Citroën será mais refinado que o irmão C3, a exemplo dos novos bancos e forros de porta, além do quadro de instrumentos maior e mais moderno. Outra característica única encontrada no Aircross 2024 será a chave canivete e o painel com novo desenho.

Outra afirmação do portal é que o SUV de sete lugares da Citroën herdará capô, para-lamas, faróis, portas dianteiras e para-brisa do hatch C3, mas o para-choque, por sua vez, terá desenho exclusivo. Já as portas traseiras para trás será tudo novo, principalmente por conta da distância de entre-eixos ampliada – maior, portanto, que os 2,54 metros do C3 – para abrigar a terceira fileira de bancos.

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Ainda é cedo para falarmos de valores, mas podemos dar alguns palpites. Considerando as versões mais caras dos modelos C3, a First Edition 1.6 automática , que hoje é ofertada a R$ 102.490 e C4 Cactus, a 1.6 AT THP Shine Pack vendida a R$ 147.990, o SUV de sete lugares pode ser posicionado em uma faixa de preços entre R$ 110 mil a R$ 140 mil.

Fonte: Carros

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

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Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

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2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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