O presidente da Argentina , Javier Milei , usou sua conta na rede social X, o antigo Twitter, para manifestar apoio a Jair Bolsonaro (PL). Neste domingo (25), o líder argentino compartilhou publicações do ato realizado na Avenida Paulista, em São Paulo, a favor do ex-mandatário brasileiro.
Um dos posts compartilhados por Milei foi do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente brasileiro, que classificou a manifestação como um “grito de liberdade”. Na mira da Polícia Federal (PF) , Bolsonaro é investigado por tramar uma tentativa de golpe de Estado.
Já outra publicação repostada por Milei associava Luiz Inácio Lula da Silva (PT), atual presidente do Brasil, ao Hamas , grupo terrorista palestino. A mensagem acontece dias depois do petista voltar a repudiar os ataques de Israel na Faixa de Gaza, que já deixaram 29 mil mortos, sendo a maioria mulheres e crianças.
Resposta do PT
Nesta segunda-feira (26), a presidente do PT (Partido dos Trabalhadores), Gleisi Hoffmann , usou a mesma rede social para rebater o líder argentino. De acordo com a deputada federal, Milei faz “molecagem” na web, seguindo a mesma conduta de Bolsonaro e repassando fake news.
“Javier Milei fez molecagem nas redes sociais, divulgando mentiras de bolsonaristas sobre Lula. Falar em ditadura no Brasil é total irresponsabilidade, mais grave ainda se é reproduzida pelo presidente de país vizinho, amigo e parceiro comercial”, disparou a petista.
“Milei devia cuidar primeiro de resolver os graves problemas do povo da Argentina. Foi eleito para isso, mas prefere ofender Lula e perseguir estudantes brasileiros em seu país”, finalizou a líder do PT.
Javier Milei fez molecagem nas redes sociais, divulgando mentiras de bolsonaristas sobre @LulaOficial . Falar em ditadura no Brasil é total irresponsabilidade, mais grave ainda se é reproduzida pelo presidente de país vizinho, amigo e parceiro comercial. Milei devia cuidar…
Próximo de Bolsonaro desde o ano passado, quando venceu as eleições na Argentina, Milei já havia recusado o convite de Lula para entrar no Brics. Alinhado com a extrema-direita, o argentino recebeu, na semana passada, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump .
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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