Jornalista relatou calor extremo em avião da VoePass um dia antes da queda. Veja vítimas
A jornalista Daniela Arbex utilizou suas redes sociais, nesta sexta-feira (9), para compartilhar um relato sobre sua recente experiência a bordo de um avião da VoePass, o mesmo modelo que horas depois caiu em Vinhedo , São Paulo, resultando na morte de 61 pessoas.
Daniela, que estava em um voo da companhia na quinta-feira (8), partindo de Ribeirão Preto com destino a Guarulhos, publicou um vídeo mostrando passageiros visivelmente afetados pelo calor extremo dentro da aeronave.
No vídeo, vários passageiros aparecem se abanando e expressando desconforto devido à falta de ar condicionado. Em seu depoimento, a jornalista descreveu a situação como “terrível”, mencionando que um passageiro chegou a tirar a camisa e outro, sentado próximo a ela, reclamava de intensa dor de cabeça.
“Por incrível que pareça, ontem eu voei pela terceira vez em um avião da VoePass. Filmei as pessoas passando mal durante o voo por causa do calor que fazia dentro da aeronave sem ar condicionado. Foi terrível”, relatou Daniela, expressando sua indignação com a repetição do problema. Ela mencionou que, ao serem questionados sobre a falha, os comissários de bordo informaram que “o ar não funcionava em solo, só no ar”, o que, segundo ela, não ocorreu.
Daniela também contou que, em uma ocasião anterior, preferiu não embarcar em um voo da mesma companhia, devido às preocupações com a segurança após experiências negativas similares.
“Lamento profundamente pelas vidas perdidas hoje e percebo que corremos um risco real. Acabei de saber que o avião que caiu é o mesmo em que estava ontem, meu Deus. Estou profundamente impactada por essa tragédia”, desabafou a jornalista.
No final da tarde desta sexta-feira (9), a VoePass divulgou a lista oficial dos 57 passageiros e quatro tripulantes que estavam a bordo do voo 2283, que caiu em Vinhedo, São Paulo, deixando 61 vítimas fatais. A tripulação, formada por quatro profissionais, são:
Policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) estão no conjunto de favelas da Maré, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (13), para uma nova ação contra a lavagem de dinheiro do tráfico na região. A Polícia Militar e a Secretaria Municipal de Ordem Pública também participam da operação.
É a terceira fase da operação com o objetivo de dar continuidade às demolições de imóveis construídos pela organização criminosa, especialmente na comunidade do Parque União.
Empreendimentos
Conforme as investigações, há anos os criminosos usam a localidade para a construção e abertura de empreendimentos e, dessa forma, conseguem lavar o capital obtido com a venda de drogas. “Os agentes apuraram ainda a participação de funcionários de órgãos representativos da comunidade no esquema”, informou a Polícia Civil, em nota.
Na operação de hoje, os policiais recuperaram na Maré uma carga que havia sido roubada. Na terça-feira passada (13), durante a fase anterior da ação, a polícia localizou um apartamento de luxo usado por traficantes. O imóvel foi demolido.
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