AGRONEGÓCIO

Sealba Show se encerra hoje em Itabaiana, Sergipe

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Termina nesta sábado (03.02), a terceira edição do Sealba Show, a feira agropecuária sediada em Itabaiana/SE, que teve início no dia 31 de janeiro. O evento, que atraiu cerca de 50 mil visitantes de Sergipe, Alagoas e Bahia, proporcionou quatro dias intensos de exploração das últimas tendências do agronegócio, tecnologia, networking, troca de experiências, inovação e oportunidades de conhecimento.

A Associação dos Engenheiros Agrônomos de Sergipe (AEASE) desempenhou um papel significativo na feira, solidificando sua presença em parceria com a Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (MÚTUA). Durante o evento, a AEASE ocupou um estande, recebendo associados e engenheiros agrônomos interessados em conhecer os benefícios oferecidos pela MÚTUA e em fazer parte dessa entidade representativa.

Na programação deste sábado, está o Encontro do Agro com os Jovens para discutir inteligência financeira na carreira agropecuária, com o consultor financeiro Erasmo Vieira. Além disso, centenas de estantes estarão abertos para venda de inúmeros produtos, desde artesanatos a grande maquinários agrícolas.

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Com mais de sete décadas de história na defesa da classe agronômica em Sergipe, a AEASE não apenas marcou presença no Sealba Show, mas também proporcionou uma oportunidade para os profissionais da área explorarem seus serviços e benefícios.

A feira, realizada no Parque Cunha Menezes, localizado na BR-235, Km 61, ocupa uma área de 70.000m². Nesta edição, a praça de alimentação foi expandida, contando com dois restaurantes centrais e estacionamentos mais amplos. Durante estes quatro dias, os visitantes tiveram acesso aos produtos e serviços oferecidos por mais de 160 marcas expositoras, além da oportunidade de participar de palestras técnicas, cursos e treinamentos.

A denominação Sealba é uma organização territorial formada por 171 municípios dos estados de Sergipe, Alagoas e o nordeste da Bahia, por isso a junção das siglas dos três estados.

Fonte: Pensar Agro

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Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

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O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

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Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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