AGRONEGÓCIO

Programa da Faep incentiva uso do etanol para reduzir emissão de gases

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No Paraná, o setor agropecuário ganhou uma iniciativa que visa unir sustentabilidade e produtividade. O programa “Movido pelo Agro”, promovido pelo Sistema FAEP — a Federação da Agricultura do Estado do Paraná, que representa e defende os interesses dos produtores rurais no estado — tem como objetivo estimular o uso do etanol como combustível, uma alternativa limpa e renovável.

O etanol utilizado na região é produzido principalmente a partir da cana-de-açúcar e do milho, culturas tradicionais do Paraná que movimentam a economia local e geram mais de 30 mil empregos diretos. Ao substituir a gasolina pelo etanol, o programa contribui para a redução de gases do efeito estufa, que são responsáveis pelo aquecimento global.

Estudos indicam que o etanol reduz em até 89% a emissão de gases como dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, quando comparado à gasolina. Além disso, ele melhora a performance dos motores devido à sua maior octanagem, o que garante maior resistência à detonação.

A campanha envolve também a frota de veículos da Federação da Agricultura do Paraná, que já roda exclusivamente com etanol, percorrendo cerca de 56 mil quilômetros por mês. A ação serve para mostrar na prática o compromisso do setor com a sustentabilidade e com a inovação no campo.

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O programa “Movido pelo Agro” não é exclusividade do Paraná. Outras federações agrícolas de estados como Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais também aderiram à iniciativa, reforçando um movimento nacional para fortalecer a produção sustentável e a redução dos impactos ambientais no agro.

Assim, o “Movido pelo Agro” reforça o protagonismo dos produtores rurais na busca por práticas que aliem desenvolvimento econômico e preservação do meio ambiente, mostrando que é possível produzir mais e melhor, cuidando do planeta.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra amplia crédito e abre novas oportunidades para o agro

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O lançamento do Plano Safra 2026/2027 chega em um momento de expansão para o agronegócio acreano. Com linhas de crédito mais amplas, incentivos à produção sustentável e estímulo aos investimentos em infraestrutura, o programa pode acelerar o desenvolvimento de cadeias produtivas que vêm ganhando espaço na economia do estado.

Estudos do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre indicam que o agronegócio continuará entre os setores mais promissores da economia local em 2026, com expectativa de crescimento entre 1% e 6%. O desempenho é sustentado pela expansão de atividades como a cafeicultura, produção de cacau, mel, açaí e pela cadeia de proteína animal, segmentos que têm ampliado investimentos e conquistado novos mercados.

Entre as novidades do Plano Safra está a redução do custo do crédito para os produtores enquadrados no Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A linha contará com R$ 72,6 bilhões em recursos e taxa máxima de juros de 9% ao ano, abaixo da praticada no ciclo anterior. A medida beneficia um público que tem papel relevante na produção agropecuária do Acre e na geração de empregos no campo.

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A sustentabilidade também passa a ocupar posição estratégica na política de crédito rural. Produtores que mantiverem o Cadastro Ambiental Rural (CAR) regularizado e adotarem práticas de conservação ambiental poderão obter desconto de até um ponto percentual nas taxas de financiamento para operações de custeio, criando um incentivo financeiro para a regularização ambiental das propriedades.

Outro eixo do programa é o estímulo à modernização das fazendas por meio de investimentos em energia renovável. O crédito poderá financiar projetos de geração de energia solar, biomassa, sistemas eólicos e soluções de armazenamento de energia, reduzindo despesas com eletricidade e aumentando a eficiência das atividades rurais.

A infraestrutura de armazenagem também ganhou reforço. O Plano Safra prevê recursos para construção, ampliação e modernização de silos, armazéns e câmaras frias, investimentos considerados fundamentais para diminuir perdas pós-colheita, melhorar a conservação da produção e ampliar a competitividade dos produtores acreanos.

Na gestão de riscos, o governo federal ampliou os incentivos à contratação do seguro rural e do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A intenção é fortalecer a proteção dos produtores diante de eventos climáticos extremos, tornando esses instrumentos parte cada vez mais importante da política de crédito rural.

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Com o tema “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, o Plano Safra 2026/2027 busca ampliar o acesso ao financiamento, incentivar a inovação tecnológica e fortalecer a produção agropecuária em todas as regiões do país. Para o Acre, onde diversas cadeias produtivas vivem um período de expansão, as novas condições de crédito podem contribuir para consolidar o crescimento do setor e ampliar sua participação na economia estadual.

Fonte: Pensar Agro

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