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Hospital Municipal São Benedito tem 98% de aprovação dos usuários do SUS

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Qualidade dos serviços prestados no Hospital Municipal São Benedito são destacados pelos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), através da pesquisa de satisfação realizada pelo setor de Ouvidoria da unidade. A aprovação dos pacientes foi de 98% (entre ótimo e bom), nesses dois primeiros meses do ano (janeiro/23 e fevereiro/23).

A unidade hospitalar, que é gerida pela Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), sob a Gestão do prefeito Emanuel Pinheiro, oferece serviços de média e alta complexidade nas especialidades de neurocirurgia, ortopedia e traumatologia.

Segundo o Ouvidor, Oswaldino Daltro, os dados são colhidos de maneira cuidadosa e detalhada por setor. “Em todos os setores de atendimento da unidade de saúde, o nível de satisfação foi satisfatório e vale destacar que o índice não caiu. Isso demostra, que a Gestão e a ECSP estão realizando um bom trabalho na prestação dos serviços”, revelou. 

Dentre os dados discriminados por setor, o Hospital Municipal São Benedito recebeu aprovação geral de 98% e os setores (entre ótimo e bom) receberam: Recepção 99%, Condutor 98%, Enfermagem 93%, Atendimento Médico 98%, Estrutura Física 80%, Limpeza 91%, Laboratório 99%, Setor de Imagens 97%, Demais Profissionais 99% e Pós-Cirúrgico 99%. 

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Segundo Paulo Rós, diretor-geral da ECSP, o Hospital Municipal São Benedito está em pleno funcionamento das suas atividades com a realização de internações, consultas ambulatoriais, serviços de imagens como tomografia computadorizada, hemodinâmica, ultrassonografia, raio-x e serviços laboratoriais de analises clinicas e agência transfusional.  

Para o prefeito Emanuel Pinheiro, a aprovação dos pacientes atendidos significa que o atendimento está sendo realizado de maneira humanizada. 

“Enquanto gestor priorizo a humanização no atendimento e o êxito no tratamento. Nossa gente precisa e merece qualidade nos serviços, é para isso que trabalhamos”, enfatizou o prefeito. 

Hospital Municipal São Benedito 

A unidade hospitalar possui 112 leitos, sendo 20 leitos de Unidades de Terapias Intensivas – UTIs, 10 leitos Pós-Cirúrgicos e 82 leitos de enfermarias. A infraestrutura está distribuída em 5 andares e compreende 4 salas de centro cirúrgico. No ano de 2022 foram realizados mais de 187 mil atendimentos, sendo computadas 6.089 consultas ambulatoriais, 23.388 exames de imagens, 2.084 cirurgias entre ortopédicas e neurológicas e 156.050 exames laboratoriais.  

Ouvidoria 

Para dúvidas, reclamações e sugestões entre em contato por e-mail [email protected] ou OuviZap: (65)99264-6245 e Telefone: (65)3313-0705.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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AGRONEGÓCIO

Rota pelo Pacífico pode reduzir custo e ampliar exportações do agro

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O governo federal deu mais um passo para tirar do papel uma antiga demanda do agronegócio: criar uma rota de exportação pelo Oceano Pacífico para reduzir a dependência dos portos brasileiros. O Ministério da Agricultura instituiu nesta semana o Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil-Bolívia-Pacífico, iniciativa que pretende estruturar um corredor internacional de transporte ligando Mato Grosso aos portos do Chile e do Peru.

Na prática, o programa não constrói estradas nem define um cronograma de obras, mas cria um comitê gestor responsável por coordenar ações entre os governos brasileiro e boliviano, facilitar acordos sanitários e aduaneiros e atrair investimentos para tornar o corredor operacional.

A proposta interessa principalmente a Mato Grosso, maior produtor de grãos do país. Hoje, boa parte da soja, do milho, do algodão e da carne produzidos no Estado percorre entre 2 mil e 2,3 mil quilômetros até portos como Santos (SP), Paranaguá (PR), Itaqui (MA), Miritituba (PA) e Barcarena (PA). Além da longa distância, o elevado fluxo de cargas pressiona o custo do frete durante a safra.

Pela nova alternativa, a produção seguiria da região oeste de Mato Grosso até Vila Bela da Santíssima Trindade, na fronteira com a Bolívia. A partir dali, cruzaria cidades bolivianas como San Ignacio de Velasco e Santa Cruz de la Sierra, seguindo pela malha rodoviária do país até alcançar portos no Oceano Pacífico, como Arica, Iquique e Antofagasta, no Chile, ou Ilo, no Peru.

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À primeira vista, o trajeto terrestre não representa uma redução expressiva da distância em relação aos portos brasileiros. O principal ganho está no transporte marítimo. Para cargas destinadas à China, ao Japão, à Coreia do Sul e a outros mercados asiáticos, a saída pelo Pacífico reduz o tempo de navegação em comparação com as rotas que partem do Atlântico, além de diminuir a dependência dos corredores logísticos hoje concentrados no Sul, Sudeste e Arco Norte.

A proposta também amplia as alternativas para o escoamento da safra em períodos de maior demanda. Mato Grosso deverá colher mais de 100 milhões de toneladas de grãos na safra 2025/26, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), volume que exige investimentos permanentes em infraestrutura de transporte.

Outro ponto considerado estratégico é o abastecimento de insumos agrícolas. A integração com a Bolívia pode facilitar a chegada de fertilizantes e outros produtos utilizados na produção rural, diversificando as rotas de abastecimento e reduzindo a dependência de corredores já sobrecarregados.

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, classificou a iniciativa como um avanço para o setor. Segundo ele, o Estado sempre enfrentou o desafio da distância entre as áreas produtoras e os portos de exportação, o que reduz a competitividade do agronegócio mato-grossense.

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Apesar do potencial, o corredor ainda depende de uma série de investimentos. Mato Grosso já executa obras de pavimentação em direção à fronteira, mas será necessário melhorar a infraestrutura rodoviária em território boliviano, além de harmonizar procedimentos alfandegários, sanitários e de fiscalização entre os dois países.

Para especialistas em logística, a rota bioceânica não substituirá os portos brasileiros, mas funcionará como uma alternativa estratégica. Quanto maior o número de corredores disponíveis para o escoamento da produção, menor tende a ser a pressão sobre o frete, aumentando a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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