AGRONEGÓCIO

Aprosoja Brasil elege nova diretoria. Posse será dia 23

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A Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) elegeu sua nova diretoria para o triênio 2024/2027 em uma cerimônia realizada nesta terça-feira (02.04).

O produtor rural Maurício Buffon (foto), ex-presidente da Aprosoja Tocantins, foi escolhido por unanimidade para liderar a entidade.

Buffon, que assume o cargo no próximo dia 23, tem um histórico de atuação no agronegócio brasileiro. Além de presidir a Aprosoja Tocantins por dois mandatos (2019-2021), ele também foi vice-presidente da Aprosoja Brasil (2021-2024) e diretor da Aprosoja Nacional (2015-2019).

Experiência e desafios – Com grande experiência no setor, Buffon assume a presidência da Aprosoja Brasil em um momento crucial para o agronegócio brasileiro. A entidade enfrenta desafios como a elevação dos custos de produção, a instabilidade no mercado internacional e as incertezas do cenário político.

Apesar dos desafios, Buffon se mostra confiante e otimista em relação ao futuro do setor. Ele defende a adoção de novas tecnologias, a diversificação de mercados e a promoção da sustentabilidade como ferramentas para garantir a competitividade do agronegócio brasileiro no cenário internacional.

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A nova diretoria da Aprosoja Brasil é composta por representantes de 20 estados brasileiros, além do Distrito Federal. A lista completa dos membros da diretoria pode ser consultada no site da entidade clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Exportações de madeira movimentaram R$ 860 milhões com retomada dos EUA

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O Brasil vendeu R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal, em produtos de madeira para os Estados Unidos. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) mostram avanço tanto no volume embarcado quanto no faturamento do setor, impulsionados principalmente pela retomada da demanda dos Estados Unidos.

Segundo o levantamento, os embarques da cesta de produtos florestais saltaram de 515,5 mil metros cúbicos em março para 771,3 mil metros cúbicos em abril, crescimento de 38% em apenas um mês.

O faturamento das exportações passou de R$ 641,5 milhões em março para R$ 859 milhões em abril, avanço de 34% no comparativo mensal. O resultado representa a primeira recuperação consistente de 2026 acima dos níveis registrados no ano passado, tanto em volume quanto em receita.

A retomada do mercado norte-americano foi decisiva para o avanço das exportações brasileiras. Após a redução das tarifas de importação aplicadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, de 50% para 10%, as negociações voltaram a ganhar ritmo e ampliaram a competitividade da madeira nacional.

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Segundo o Mdic, os Estados Unidos responderam por cerca de um terço de todas as exportações brasileiras de madeira em abril. O principal destaque foi o compensado de Pinus destinado ao mercado norte-americano. As vendas do produto saltaram de R$ 41 milhões em março para R$ 132 milhões em abril, praticamente retornando aos níveis observados em 2025.

Entre os produtos mais exportados, a madeira serrada de Pinus liderou os embarques, com 320,5 mil metros cúbicos exportados e faturamento de R$ 370 milhões. Na sequência aparece o compensado de Pinus, que movimentou R$ 346 milhões, com embarques de 234,6 mil metros cúbicos.

Apesar da recuperação em abril, o setor ainda acumula retração em 2026. Entre janeiro e abril, as exportações dos produtos monitorados pela WoodFlow somaram R$ 2,72 bilhões, abaixo dos R$ 3,16 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.

Em volume, os embarques também seguem menores, refletindo a desaceleração da demanda internacional observada nos primeiros meses do ano, além das oscilações logísticas e da instabilidade econômica global.

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A avaliação do mercado é de que o ambiente internacional seguirá sendo determinante para o ritmo das exportações brasileiras de madeira ao longo de 2026, especialmente diante da forte dependência do mercado norte-americano para produtos industrializados do setor florestal.

Fonte: Pensar Agro

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