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Lúdio comemora Embrapa da Baixada Cuiabana: “produção de alimentos saudáveis e geração de riqueza e renda”

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O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) comemorou a inauguração da nova unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) da Baixada Cuiabana em Nossa Senhora do Livramento, no sábado (21). Lúdio foi o principal articulador para que o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), liderado pelo ministro Carlos Fávaro (PSD), iniciasse a instalação da unidade voltada para a agricultura familiar na região metropolitana de Cuiabá, que deve beneficiar todo o Estado de Mato Grosso.

“Nosso objetivo sempre foi transformar a Baixada Cuiabana em um polo de produção de alimentos saudáveis, sustentáveis e diversificados, contribuindo para a segurança alimentar e o fortalecimento do campo. A instalação da Embrapa aqui é uma conquista que vai gerar oportunidades concretas para as famílias de trabalhadores rurais da nossa região”, afirmou Lúdio Cabral.

A Embrapa da Baixada Cuiabana é uma Unidade Mista de Pesquisa e Inovação (Umipi), voltada ao incentivo das cadeias produtivas de criação de peixes, produção de frutas, de hortaliças e de mandioca, além de sistemas integrados de produção, como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e sistemas agrossilvipastoris. Com investimento de aproximadamente R$ 53 milhões, a unidade foi estruturada como um centro de referência em pesquisa agropecuária aplicada, voltado ao desenvolvimento sustentável e à promoção da segurança alimentar.

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Lúdio destacou que a presença da Embrapa na região permitirá a implementação de projetos que visam diversificar a produção agrícola, gerar renda e promover o crescimento sustentável na Baixada Cuiabana. Em 2024, Lúdio procurou o ministro Fávaro, a presidente da Embrapa, Silvia Massruha, e o presidente do Conselho de Administração da Embrapa, Carlos Ernesto Augustin, o Teti (PT), e propôs a criação da Embrapa Baixada Cuiabana para desenvolver o cultivo de frutas e alimentos na região. A unidade foi instalada em uma área da União que já havia sido utilizada para piscicultura pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

“Nós estivemos em Brasília, no Mapa e na Embrapa, e graças a Deus, as coisas aconteceram de um jeito extremamente positivo. Essa proposta nossa se encontrou com o debate que já existia entre os servidores do Mapa. Essa unidade vai se tornar um polo, com papel importante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), do Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e da Empaer, para colocar ciência e tecnologia a favor dos pequenos produtores da Baixada Cuiabana”, disse o deputado ao destacar o papel dos servidores públicos da Embrapa na consolidação do projeto.

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De acordo como parlamentar, a unidade da Embrapa vai ajudar a impulsionar iniciativas voltadas à fruticultura – como banana, limão, maracujá e goiaba – e hortaliças, além de valorizar as espécies tradicionais e de forte potencial econômico na região, como o peixe e o pequi. A empresa pública mapeou as possibilidades de produção em cada área da região de Livramento, que fica na transição entre o Cerrado e o Pantanal.

Fonte: ALMT – MT

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Corregedoria da ALMT troca experiências com CGE para aprimorar procedimentos

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Nessa quarta-feira (11), a Corregedoria-Geral da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou uma visita à Controladoria-Geral do Estado (CGE-MT) para trocar experiências e conhecer práticas adotadas na condução das atividades correcionais. O encontro permitiu à equipe da Assembleia aprofundar conhecimentos sobre procedimentos, sistemas, fluxos de trabalho e mecanismos utilizados pelo órgão de controle do Poder Executivo estadual.

Segundo o corregedor-geral da Assembleia Legislativa, Gabriel Machado dos Santos Costa, a visita foi uma oportunidade de aprendizado e intercâmbio entre as instituições. “A Corregedoria da Assembleia é um órgão relativamente jovem, com pouco mais de dez anos de criação, enquanto a CGE já possui uma trajetória mais consolidada. Viemos conhecer os procedimentos, os sistemas, os fluxos de trabalho e a experiência que eles acumularam ao longo dos anos para que possamos aprimorar cada vez mais nossa atuação”, afirmou.

Durante a reunião, o corregedor-geral da Casa de Leis e os analistas Larissa Coelho, Valdilson Silva e Nelson de Carvalho Júnior conheceram a estrutura da Corregedoria-Geral da CGE, os instrumentos utilizados na condução dos processos disciplinares e as rotinas adotadas para garantir maior eficiência na apuração de irregularidades e na promoção da integridade no serviço público.

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Além da troca de experiências, a equipe da Assembleia também foi apresentada às alterações promovidas pela Lei Complementar nº 845/2026, publicada no último dia 9. A nova norma atualizou dispositivos da Lei Complementar nº 04/1990 relacionados aos processos administrativos disciplinares dos servidores públicos estaduais.

De acordo com Gabriel Machado, as mudanças representam um avanço para a atuação das corregedorias ao trazer mais detalhamento sobre procedimentos que fazem parte da rotina dos órgãos correcionais. “A lei antes era muito vaga e agora acabou pormenorizando toda a questão dos procedimentos que fazem parte do dia a dia da Corregedoria. Antes precisávamos buscar referências na União, em outros estados e até mesmo em outros órgãos para complementar o suporte jurídico. Agora ela trouxe essas previsões para dentro da legislação estadual”, explicou.

Entre as mudanças destacadas estão o detalhamento das investigações preliminares e a incorporação à legislação estadual de procedimentos que já eram adotados pelas corregedorias, mas que não possuíam previsão legal expressa, proporcionando mais segurança jurídica e uniformidade na condução dos processos.

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Outro ponto ressaltado por Gabriel Machado foi a criação do instituto da ciência ficta, que permite considerar formalmente cientificado o servidor ou ex-servidor que não se manifesta após ser comunicado pelos canais oficiais cadastrados. A atualização da legislação também trouxe regras mais claras para a responsabilização administrativa em casos envolvendo crimes graves e participação em organizações criminosas, estabelecendo critérios mais objetivos para a atuação dos órgãos correcionais, enquanto prevê mecanismos de solução consensual para infrações de menor gravidade.

Para o corregedor-geral da ALMT, o contato com a CGE foi importante justamente porque muitas das inovações incorporadas à legislação surgiram a partir da experiência prática dos órgãos de controle. “Essa troca de experiências é fundamental porque nos permite conhecer soluções que já vêm sendo aplicadas e aperfeiçoar nossos próprios procedimentos. O objetivo é fortalecer a atuação da Corregedoria da Assembleia e garantir cada vez mais segurança jurídica e eficiência aos processos”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

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