MATO GROSSO

Foragida da Justiça por homicídio é presa pela Polícia Militar em Cuiabá

Publicado em

Uma mulher, de 36 anos, foragida da Justiça pelo crime de homicídio foi presa pela Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (17.3), em Cuiabá. A criminosa foi localizada em sua residência, no bairro Santa Laura, onde teve o mandado de prisão cumprido por um homicídio ocorrido no ano de 2019.

A prisão da mulher foi realizada por militares do 24º Batalhão, que receberam informações do setor de inteligência sobre a localização de uma mulher que estava foragida da Justiça com condenação transitada em julgado.

Os policiais seguiram até o endereço e encontraram a mulher, que colaborou com os trabalhos da PM. Ela foi questionada sobre a denúncia e confirmou que possuía um mandado de prisão em seu desfavor.

Em checagem ao sistema, foi identificado o mandado de prisão pela Primeira Vara Criminal de Cuiabá expedido em 2024. A criminosa foi condenada por participação, ao lado de seu esposo na época, no homicídio que vitimou Wagner Florêncio Pimentel, em fevereiro de 2019.

Leia Também:  Sejus registra mais de mais de meio milhão de atendimentos de saúde nas unidades prisionais

Após a confirmação da existência do mandado, a suspeita recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia de Polinter para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Bombeiros socorrem criança que ficou com a cabeça presa entre pilares de concreto em escola

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre cinco mandados contra casal faccionado envolvido em crimes no Norte de MT

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA