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Adolescente desaparecida no Maranhão é resgatada pela Polícia Civil em MT

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A Polícia Civil de Mato Grosso resgatou, nesta sexta-feira (27.2), uma adolescente de 16 anos, considerada desaparecida no Estado do Maranhão. A menor foi localizada no bairro Tancredo Neves, em Cuiabá, pelos policiais da Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica).

A identificação do local onde a adolescente se encontrava ocorreu após troca de informações entre as Polícias Civis dos dois estados. Após o levantamento dos dados, uma equipe da Deddica foi até a residência onde a menor estava sendo mantida.

Conforme a Delegacia de Barra da Corda (Maranhão), a menor foi considerada desaparecida na última quarta-feira (25.2), sendo iniciada a investigação para a sua localização.

A polícia maranhense conseguiu apurar que a adolescente teria embarcado em um ônibus com destino a Cuiabá, após conversas em jogo na internet. Diante das informações, foi solicitado apoio à Deddica, que desencadeou investigações em campo até a residência apontada pela polícia de Barra da Corda.

Na casa, a equipe policial da Deddica localizou a menor e encontrou uma mulher e seu filho, de 54 e 20 anos, respectivamente. Os dois foram conduzidos até a delegacia, submetidos aos procedimentos legais cabíveis em relação ao caso e autuados em flagrante por subtração de incapaz, prevista no art. 249 do Código Penal. Ao final, mãe e filho foram colocados à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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