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Novos magistrados são apresentados à estrutura do Judiciário de Mato Grosso

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Os 35 juízes e juízas substitutos recém-empossados foram apresentados nesta quarta-feira (21) à estrutura de funcionamento do Judiciário mato-grossense. A solenidade de acolhimento dos novos magistrados e magistradas foi coordenada pelo presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador José Zuquim Nogueira, e pela vice-presidente, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho.
Durante o encontro, juízes e juízas tiveram o primeiro contato de forma macro sobre como opera o sistema judiciário, tanto em Cuiabá quanto nos municípios do interior do estado. Planejamento estratégico e sua evolução, Índice de Produtividade dos Magistrados (IPM), orçamento, além da missão e visão do TJMT, com foco na melhor entrega de serviços da Justiça, estiveram entre os pontos abordados pela Coordenadoria de Planejamento (Coplan).
O presidente José Zuquim Nogueira destacou que o intuito do ato de acolhimento é fazer com que os juízes e juízas estejam por dentro de toda a estrutura do Judiciário. Segundo ele, é impossível que os magistrados tenham sustentação em suas atividades se não conhecerem as coordenadorias, departamentos, diretorias e outros setores que fazem parte do funcionamento da Justiça estadual.
“Afirmo de coração que os novos juízes e juízas também serão gestores do nosso Poder Judiciário. Eles estão trazendo uma nova energia para o TJMT e isso é revigorante para todos nós. Então, saibam que a Presidência vai estar sempre de portas abertas, pois não existe Judiciário se não houver união entre nós”, comentou o presidente.
Para a vice-presidente, Nilza Maria Pôssas de Carvalho, é importante que os magistrados ajudem a aproximar o Tribunal dos cidadãos. “Meu desejo é que eles façam também um bom trabalho social na comunidade, indo além das sentenças. O Judiciário não existe apenas para julgar e decidir, mas também para ajudar a solucionar os problemas que afligem a sociedade”, disse a desembargadora.
O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Lindote, enfatizou o orgulho que é trabalhar em um Tribunal considerado diamante pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “Isso é um reconhecimento da qualidade dos serviços que nós prestamos à sociedade. A Corregedoria, além do papel disciplinar de fiscalização, cumpre também um papel orientativo”, contou Lindote.
A juíza substituta Izabele Balbinotti classificou o encontro como fundamental. “A reunião nos deu um panorama geral, uma nova visão sobre planejamento estratégico, orçamento, os objetivos do Tribunal e sobre as metas que teremos que cumprir. Estamos todos com uma expectativa enorme, cientes dos desafios. Mas foram muitos anos de preparação e me sinto pronta”, relatou Balbinotti.
Já o juiz substituto Nelson Luiz Pereira afirmou que o acolhimento dá mais confiança para a atuação dos novos magistrados. “Saber que por trás de cada processo há uma administração judicial que está relacionada ao planejamento estratégico nos deixa mais confiantes. E saímos da reunião com o sentimento de que todos os membros do Poder Judiciário estão dispostos a nos ajudar”, completou.
Também participaram da solenidade de acolhimento o secretário-geral do TJMT, juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o juiz auxiliar da Presidência, Túlio Dualibi Alves Souza, os juízes auxiliares da Vice-Presidência, Antônio Veloso Peleja Júnior e Gerardo Humberto Alves Silva Júnior, e as juízas auxiliares e o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Myrian Pavan Schenkel, Anna Paula Gomes de Freitas, e Jorge Alexandre Martins Ferreira.
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Autor: Bruno Vicente

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Fotografo: Josi Dias e Aldenor Camargo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Comissão de Soluções Fundiárias delibera sobre processos e visitas técnicas em conflitos fundiários

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A Comissão Regional de Soluções Fundiárias do Poder Judiciário de Mato Grosso realizou nesta segunda-feira (18), a segunda reunião ordinária de 2026 para análise de processos relacionados a conflitos fundiários urbanos e rurais em diferentes regiões do Estado. O encontro ocorreu de forma híbrida, com participação por videoconferência de representantes de instituições parceiras e presencial na sala de reuniões da Corregedoria-Geral da Justiça, em Cuiabá.

De acordo com a juíza auxiliar da Corregedoria e membro da Comissão, Myrian Pavan Schenkel, no encontro os integrantes deliberaram sobre relatórios produzidos a partir de visitas técnicas realizadas pela Comissão em áreas de conflito fundiário, além de definir novos processos que passarão a ser acompanhados ao longo de 2026.

“Neste encontro analisamos dois processos um de Sorriso e o outro de Poxoréu. Uma análise qualificada dos conflitos, observando as especificidades sociais de cada caso. Além disso, a Comissão sempre tem uma atuação com foco na contribuição de soluções pacíficas e humanizadas, levando em conta a realidade das famílias envolvidas e a necessidade de articulação entre os órgãos públicos e instituições parceiras”, afirmou a magistrada.

Entre os casos analisados esteve o conflito fundiário envolvendo o Assentamento Pé no Chão, localizado na zona rural de Sorriso. O relatório apresentado apontou que a área possui ocupação consolidada, com utilização para moradia, agricultura familiar e criação de animais, além da presença de famílias em situação de vulnerabilidade social. A Comissão deliberou pelo encaminhamento do caso para o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), manutenção do acompanhamento institucional e atualização do cadastro social das famílias.

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Outro processo debatido foi o da Comunidade Nova Primavera, localizado no município de Poxoréu. Conforme o relatório técnico apresentado, a ocupação possui características de consolidação urbana informal, com presença de infraestrutura básica e organização comunitária entre os moradores. A Comissão também deliberou pela continuidade do acompanhamento do caso, a busca de soluções consensuais com encaminhamento ao Cejusc e atualização do cadastro social das famílias.

Também foram definidas novas visitas técnicas em processos acompanhados pela Comissão, além da inclusão de outros casos para análise e acompanhamento futuro.

Histórico – A Comissão Regional de Soluções Fundiárias foi instituída em novembro de 2022, com base na decisão proferida na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 828, do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

Em julho de 2023, o Provimento TJMT/CM n. 23 regulamentou a criação e a atuação da Comissão no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso, em cumprimento à Resolução CNJ n. 510/2023.

Desde sua criação, a Comissão realiza visitas técnicas em áreas de litígio e produz relatórios de apoio operacional aos magistrados responsáveis pelos processos nas comarcas, buscando soluções consensuais e a minimização dos impactos sociais em casos de reintegração de posse e despejo coletivos.

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Compõem a Comissão como membros titulares os magistrados: Myrian Pavan, Alex Nunes de Figueiredo, Eduardo Calmon de Almeida Cézar e Jorge Lafelice dos Santos. A Comissão ainda é presidida pelo corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote e conta com a participação da juíza da 2ª Vara de Direito Agrário de Cuiabá, Adriana Sant’Anna Coningham, de órgãos públicos e entidades da sociedade civil como agentes convidados.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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