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Mato Grosso registra abertura de 2.727 novas indústrias em 2025

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O setor industrial de Mato Grosso segue em forte expansão em 2025. De janeiro a outubro, foram abertas e permanecem ativas 2.727 novas indústrias não optantes do MEI, de acordo com dados da Receita Federal compilados pelo Observatório de Mato Grosso do Sistema Fiemt. O volume reforça a consolidação do Estado como um dos principais ambientes de investimento e diversificação produtiva do país

A construção civil e a indústria da transformação concentram mais de 92% das novas empresas do setor industrial. A construção representa 49,76% das aberturas, com 1.358 novos registros, enquanto a transformação soma 42,84%, com 1.169 empresas. Indústrias extrativas aparecem com 4,14% e os Serviços Industriais de Utilidade Pública somam 3,26%.

O mapa das novas indústrias também mostra uma concentração nos principais polos econômicos do Estado. Cuiabá lidera com 23,36% das aberturas, seguida por Sinop, Rondonópolis, Várzea Grande, Sorriso e Lucas do Rio Verde. Juntos, esses municípios respondem por 53,32% das novas indústrias registradas em 2025.

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Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, os números refletem um ambiente de negócios sólido, políticas públicas de estímulo e a confiança do setor produtivo no Estado.

“Esses dados mostram que Mato Grosso continua atraindo investidores porque oferece segurança jurídica, infraestrutura em expansão e um governo alinhado ao desenvolvimento. Cada nova indústria significa emprego, renda e diversificação econômica. O papel do Estado é justamente esse: criar condições e incentivar quem quer produzir”, afirmou.

Ele destaca ainda que o crescimento industrial no interior revela um movimento estrutural importante. Municípios de pujança econômica no eixo da BR-163 como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde estão ampliando sua base industrial, com a agregação de valor do agronegócio, por meio das agroindústrias.

“Percebemos que o desenvolvimento está chegando a todas as regiões. É um processo que fortalece cadeias produtivas, aumenta a competitividade e melhora a qualidade de vida da população”, completou.

Atualmente, o número oficial de indústrias em Mato Grosso, calculado pela Rais 2023, é de 16.072 estabelecimentos. Conforme a Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), a atualização referente a 2024 será divulgada até janeiro de 2026. Enquanto isso, os dados da Receita Federal permitem acompanhar em tempo real o dinamismo da economia e o avanço da base empresarial no Estado.

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O desempenho de 2025 indica que a indústria mato-grossense segue se diversificando e ganhando robustez, impulsionada por um cenário favorável e pelo fortalecimento das cadeias urbanas, do agronegócio e de serviços industriais avançados.

Fonte: Governo MT – MT

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Os R$ 600 mil do deputado Sebastião Rezende para a Unemat ainda precisam ser comprovados

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Deputado afirma ter repassado R$ 600 mil para o curso de Arquitetura e Urbanismo, mas NOB citada para comprovar a transferência não foi apresentada.

A implantação de uma turma especial de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) em Rondonópolis foi anunciada com previsão de R$ 1,2 milhão. A proposta previa R$ 600 mil destinados pelo deputado estadual Sebastião Rezende e outros R$ 600 mil pela Prefeitura.

Sebastião Rezende afirma que os R$ 600 mil foram repassados e depositados na conta da Prefeitura. Segundo ele, uma Nota de Ordem Bancária (NOB) comprova a transferência. A NOB não foi apresentada publicamente.

Os outros R$ 600 mil também não têm, até o momento, um documento público que estabeleça a obrigação da Prefeitura.

A proposta foi discutida entre o deputado Sebastião Rezende e o então ex prefeito José Carlos do Pátio. O combinado era que o deputado destinaria R$ 600 mil e a Prefeitura colocaria outros R$ 600 mil.

A reportagem investigou e não foi encontrado pela Prefeitura qualquer documento assinado pela gestão anterior. O acordo entre os dois, porém, foi apenas verbal. Não foi apresentado convênio, termo ou outro documento da gestão anterior que determine o pagamento dos R$ 600 mil pelo município.

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Sem esse registro, não há documento que obrigue a atual administração a cumprir o acordo feito entre o deputado e o ex-prefeito.

A estimativa inicial de R$ 1,2 milhão também não representa necessariamente o custo atual do projeto. A implantação de um curso de Arquitetura e Urbanismo envolve despesas como equipamentos e outras necessidades da universidade. O valor atualizado precisa ser informado pela Unemat.

No caso do recurso atribuído do Sebastião Rezende, falta a apresentação da NOB citada pelo deputado. No caso da contrapartida municipal, falta um documento que comprove que a Prefeitura tenha que assumir formalmente o pagamento.

A apresentação desses documentos permitirá verificar quanto foi repassado, quando o dinheiro chegou aos cofres municipais e se existe uma obrigação financeira deixada pela administração de José Carlos do Pátio para a atual gestão.

Essas ações não significam que a Prefeitura tenha assumido o compromisso de R$ 600 mil discutido na gestão anterior.O prefeito Cláudio já disse publicamente que entregaria por meio do doação o prédio para a Unemat no entanto a instituição não se manifestou, fazendo que o núcleo passa-se de 7 cursos para apenas 2, impactanto o acesso dos estudantes da região ao ensino superior gratuito.

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Fonte: Política

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