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Sinfra inicia manutenção na MT-140 entre Campo Verde e Santa Rita do Trivelato

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) começou nesta terça-feira (20.05) uma operação de manutenção e conservação na rodovia MT-140, no trecho entre os municípios de Campo Verde e Santa Rita do Trivelato. A ação tem como objetivo garantir mais segurança e melhores condições de tráfego para os usuários da via.

“Com o aumento da produção na região, a MT-140 passou a ter um perfil de transporte de carga semelhante ao de uma rodovia federal. Essa manutenção vai garantir que no período da seca as condições do trânsito sejam melhores”, afirma a secretária adjunta de Obras Rodoviárias da Sinfra-MT, Nivia Calzolari, lembrando que a manutenção só pode iniciar com o fim do período chuvoso no Estado e seguirá pelos próximos dias.

O Governo de Mato Grosso asfaltou 281 km da MT-140 e construiu quatro pontes de concreto ao longo do trajeto. Por conta dos investimentos, a rodovia se tornou uma rota estratégica para o escoamento da produção, conectando diretamente a região de Sorriso à região de Campo Verde, sem a necessidade de utilização da BR-163.

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No entanto, com as obras na BR-163, a MT-140 passou a ser utilizada como desvio, recebendo um tráfego intenso de veículos pesados — mais de 1.200 caminhões por dia. O aumento repentino no fluxo, aliado ao período prolongado de chuvas, que chegou há quase oito meses, acelerou o processo de desgaste do pavimento.

Por todas essas razões, o Governo de Mato Grosso prevê a concessão deste trecho da MT-140 à iniciativa privada, como forma de garantir a manutenção contínua. O leilão da rodovia está previsto para o início de agosto, na Bolsa de Valores de São Paulo.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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