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Comarca de Nova Monte Verde celebra 21 anos com atuação essencial à população

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Fachada do Fórum da Comarca de Nova Monte Verde, em Mato Grosso. O prédio térreo, de cor clara, tem acesso central com rampa e a identificação “Fórum” acima da entrada. À direita, mastros exibem bandeiras institucionais. O entorno é aberto, com jardim simples e via pavimentada.A Comarca de Nova Monte Verde completa hoje, 11 de dezembro, 21 anos de serviços prestados à população, garantindo acesso à Justiça e resolutividade às demandas cíveis e criminais dos municípios de Nova Monte Verde e Nova Bandeirantes. Desde sua instalação, em 2004, a unidade mantém atuação contínua e compromisso com a cidadania.

Criada pela Lei Complementar nº 166, de 13 de abril de 2004, a comarca foi oficialmente instalada em 11 de dezembro do mesmo ano e integra a categoria de Entrância Inicial. Atualmente, conta com uma Vara Única de Competência Geral, responsável pelo processamento e julgamento de matérias cíveis e criminais. A estrutura enxuta reforça a importância do trabalho integrado da equipe local, que atua diariamente para garantir eficiência e atendimento humanizado.

Ao longo de pouco mais de duas décadas, a Comarca de Nova Monte Verde consolidou-se como referência regional, contribuindo para o fortalecimento do sistema de Justiça e para a promoção de direitos nos municípios sob sua jurisdição.

A data marca não apenas um aniversário institucional, mas a reafirmação de um compromisso que se renova a cada dia: oferecer à sociedade um Judiciário acessível, eficiente e alinhado às necessidades da população local.

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Autor: Adellisses Magalhães

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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