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ReciclaJud – Edição Sede une cuidado ambiental e apoio social a catadores às vésperas do Natal

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Até o próximo dia 5 de dezembro, cada servidor ou colaborador que circular pela sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso poderá fazer a diferença na vida de quase uma centena de famílias. A competição ReciclaJud – Edição Sede é mais que um chamamento institucional que combina sustentabilidade, responsabilidade social e apoio direto à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (ASMATS), é também uma ação de fomento à economia circular. A iniciativa é do Núcleo de Sustentabilidade do TJMT, conduzida pelo desembargador Rodrigo Curvo.

A disputa propõe uma reflexão: aquilo que descartamos sem pensar pode garantir renda, dignidade e autonomia para famílias inteiras que vivem da triagem de resíduos, e por que, então, não dar uma destinação social a esses materiais. No período que antecede o Natal – quando muitas despesas aumentam e a renda dos catadores oscila – o impacto é ainda maior. Cada quilo entregue significa mais segurança financeira para a Associação, que depende diretamente da venda desses materiais.

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As unidades participantes, mais de 60, entre gabinetes de desembargadores, coordenadorias, diretoria geral, presidência, corregedoria e núcleos institucionais competem de forma equilibrada: vence quem tiver a maior arrecadação proporcional ao número de integrantes da equipe. Ou seja, cada contribuição individual faz diferença.

Os materiais devem estar limpos, secos e separados por categoria, garantindo segurança aos catadores e qualidade no processo de triagem. A pesagem será feita na Central de Resíduos, no edifício garagem, das 8h às 12h.

As informações sobre a pesagem deverão ser enviadas por cada unidade participante ao Núcleo de Sustentabilidade, por meio do formulário eletrônico https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=EWkIRpWxLE-2ygeUPA4ayj6WcsIL7aZHpGeofVwQEbZUMk01NURGVkUxQkxDV0tEOVZVMTIwQzhUWSQlQCN0PWcu&route=shorturl), sendo que os termos de entrega deverão ser anexados para validação.

Aceitam-se materiais como:

Plásticos PET, PEAD e PP, de garrafas e embalagens rígidas;

Papéis, incluindo sulfite, livros, apostilas e impressos;

Metais, como latas, tampas e lacres.

No fim da competição, as três unidades mais engajadas receberão troféus de Ouro, Prata e Bronze, com entrega durante o evento de Natal dos servidores. Mas o maior prêmio — e o que mais importa — é o impacto social gerado por uma atitude tão simples quanto destinar corretamente o lixo.

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Alinhamento aos ODS

O ReciclaJud está totalmente alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, pois reúne ações que integram as dimensões ambiental, social e institucional da sustentabilidade. O programa contribui com o ODS 12, ao incentivar o consumo consciente e a destinação correta dos resíduos. Com o ODS 11, ao promover cidades mais sustentáveis, e com o ODS 8, ao gerar inclusão social e renda aos catadores da ASMATS, que recebem o material arrecadado.

Além disso, o ReciclaJud também apoia o ODS 13, ao reduzir os impactos ambientais e as emissões associadas à destinação incorreta de resíduos, e o ODS 17, por fortalecer parcerias entre o Poder Judiciário, a sociedade e organizações locais.

Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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