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Juíza e coronel da PM dão dicas de segurança para mulheres curtirem o Carnaval; veja vídeos

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A imagem apresenta um card vibrante com o título “Dicas de Carnaval do TJMT” em letras grandes e coloridas, cercadas por ícones festivos como máscaras, corações, confetes, instrumentos musicais e sorrisos. Ao fundo, desfocado, aparece uma multidão curtindo o CarnavalDurante o Carnaval, a atenção com a segurança pessoal deve ser redobrada, especialmente em ambientes com grande circulação de pessoas.

A coordenadora militar do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), coronel Jane de Souza Melo, chama a atenção para os riscos do consumo excessivo de álcool e do uso de substâncias entorpecentes, que podem interferir diretamente no comportamento e aumentar o número de ocorrências durante o período carnavalesco.

“Tanto o álcool como outras substâncias interferem diretamente no comportamento e na personalidade da pessoa. Motivo pelo qual durante o carnaval aumenta o número de registros de ocorrências por lesão corporal, homicídio, feminicídio, importunação sexual e assédio sexual”, afirma. Veja vídeo com orientações da coronel Jane.

A juíza da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Cuiabá, Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, orienta que cuidados simples podem evitar situações de risco. “Para mulheres que vão consumir bebida alcoólica, é importante monitorar o próprio copo e não aceitar bebidas de pessoas estranhas. Nunca sabemos quando alguém pode estar mal-intencionado e colocar algo na bebida para aproveitar um momento de fragilidade”, orienta.

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Outra recomendação importante é evitar dirigir após consumir álcool e priorizar meios de transporte seguros e frequentar locais nos quais seja possível buscar ajuda rapidamente, caso necessário.

“Se for consumir álcool, beber de forma moderada e não dirigir. Utilize carro de aplicativo, carona segura ou transporte coletivo. Se a mulher se sentir desrespeitada, deve procurar a segurança do local ou chamar a polícia. É um momento de festa, não de falta de respeito”, alerta a juíza. Assista ao vídeo com dicas da juíza Ana Graziela.

Confira as dicas de segurança:

Sempre alerta!

– Cuide da sua bebida

– Não aceite bebidas de pessoas desconhecidas

– Não deixe o copo desacompanhado

– Observe o preparo da bebida sempre que possível

Vá e volte com segurança

– Combine ponto de encontro com amigos

– Compartilhe sua localização com alguém de confiança

– Utilize transporte por aplicativo ou carona segura se consumir álcool

– Não dirija após beber

Esteja atenta ao ambiente

– Prefira locais com estrutura de segurança

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– Evite se afastar sozinha para áreas pouco iluminadas ou isoladas

– Fique próxima de pessoas de confiança

Denuncie qualquer situação de abuso

– Procure a segurança do evento

– Acione a Polícia Militar pelo 190

– Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher (24h e gratuito)

– Delegacias da Mulher: atendimento presencial

Autor: Ana Assumpção/Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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