Um grupo de 27 alunos soldados da Polícia Militar conheceu a estrutura da segurança mato-grossense durante aula na sede Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), em Cuiabá, nesta segunda-feira (17.11). Eles fazem parte dos 200 novos policiais convocados pelo Governo de Mato Grosso, dentro do programa Tolerância Zero Contra às Facções Criminosas, em dezembro do ano passado.
Dentre as atividades, os alunos tiveram acesso, pela primeira vez, ao funcionamento das forças de segurança por meio do Centro Integrados de Operações de Segurança (Ciosp), além de conhecer o programa Vigia Mais MT e o papel da Polícia Comunitária no fortalecimento do vínculo da polícia e comunidade.
Estas atividades fazem parte do cronograma de Curso de Formação de Soldado, da Escola Superior de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (ESFAP), da Polícia Militar. Todos os alunos participarão da atividade antes da conclusão da formação.
Durante o curso, o secretário de Estado de Segurança, coronel César Roveri, lembrou do papel fundamental que os novos policiais terão de cumprir na sociedade diante do compromisso assumido de escolher a carreira de policial militar.
“Estes policiais estarão levando segurança pública para a sociedade, dedicando sua vida à função pública de proteger a sociedade e salvar vidas. Os senhores vão integrar um novo Estado moderno que está garantindo segurança pública aos mato-grossenses”, destacou.
Roveri reforçou que os 200 policiais convocados devem concluir o curso até a primeira quinzena de dezembro e estarão reforçando a segurança logo nas próximas operações de Natal e Ano Novo deste ano.
“Essa aula na Sesp aumenta o nível de conhecimento dos policiais para depois interagir dentro dos programas de defesa da sociedade que o governo do estado disponibiliza para todo cidadão mato-grossense. Um aprendizado importantíssimo porque logo estarão nas ruas patrulhando, trabalhando e defendendo o cidadão de bem”, ponderou.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, deflagrou, na manhã desta quarta-feira (8.7), a 2ª fase da Operação Contenção, com o objetivo de avançar nas investigações de uma tentativa de homicídio registrada em abril deste ano.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão, dois homens, ambos de 36 anos, foram presos em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
A ordem judicial, expedida pela Primeira Vara Criminal de Rondonópolis, foi cumprida em um imóvel no bairro Sagrada Família, onde funciona um estabelecimento comercial com uma residência nos fundos.
No início das diligências, os policiais localizaram com um dos suspeitos um revólver calibre .38, carregado com seis munições. Durante as buscas na residência, foi apreendido ainda outro revólver, aparentemente calibre .32, com a numeração suprimida. Questionados sobre a propriedade da arma, os suspeitos exerceram o direito constitucional de permanecer em silêncio.
Além das armas, foram apreendidos seis folhas de cheques que totalizam R$ 10.800,00, R$ 2.000,00 em dinheiro, uma porção de substância análoga à maconha, duas balanças de precisão, quatro aparelhos celulares e uma agenda com anotações que indicam possível prática de usura (agiotagem).
As anotações registram empréstimos que somam aproximadamente R$ 87.400,00, com indicação de cobrança de juros entre 10% e 15%, fatos que também serão apurados no decorrer das investigações.
O material apreendido será encaminhado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para a realização dos exames periciais que irão subsidiar a investigação da tentativa de homicídio e dos demais crimes constatados durante a operação.
Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, os suspeitos foram encaminhados à DHPP para os procedimentos legais e, posteriormente, colocados à disposição da Justiça.
A Polícia Civil destaca que a Operação Contenção integra as ações de investigação qualificada desenvolvidas pela DHPP, reafirmando o compromisso da instituição com a elucidação dos crimes contra a vida e a responsabilização dos autores.
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