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Aberta 2ª turma do projeto “Reconstruindo Sonhos” em Várzea Grande

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Pessoas em processo de reabilitação e reintegração social participaram da abertura da segunda turma do projeto “Reconstruindo Sonhos”, no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande. A iniciativa, promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em parceria com instituições do sistema de justiça e sociedade civil, busca fortalecer a ressocialização de pessoas privadas de liberdade, ampliar a compreensão sobre o sentido da vida e promover a reinserção social.Nesta edição, 20 pessoas privadas de liberdade da ala LGBTQIA+ serão contemplados com encontros semanais, às quartas-feiras, conduzidos por voluntários multiplicadores. Os temas abordados incluem valores, humanização, espiritualidade, relações interpessoais, família, comunicação, trabalho e perspectivas de futuro. Na segunda etapa, será ofertado um curso de qualificação em parceria com o Senac.A abertura, realizada em 27 de agosto, contou com a presença da equipe da unidade prisional, representada pelo diretor Edson Cassimiro. Também participaram o superintendente da Regional Oeste do Sistema Penitenciário, Milton Flávio de Brito Arruda, representando a Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária da Sejus; o presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, e a diretora executiva, Beatriz Dziobat.Pelo Ministério Público, estiveram presentes integrantes do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal. Também participaram estudantes de medicina da Univag, que visitavam a unidade para conhecer o trabalho de ressocialização desenvolvido no local.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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