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MPAM realiza visita técnica para conhecer soluções tecnológicas do MPMT

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Em busca de inovação e do aprimoramento da gestão institucional, uma comitiva do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) realizou, na terça-feira (24), uma visita técnica ao Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT). O objetivo foi conhecer de perto as soluções tecnológicas, sistemas, processos e metodologias adotados pelo Departamento de Tecnologia da Informação (DTI) do MPMT.A visita reforça o interesse do MPAM em modernizar sua atuação por meio da adoção de ferramentas já consolidadas em Mato Grosso. Na semana anterior, foi formalizada a solicitação de um termo de cooperação técnica para a cessão do Sistema Integrado do Ministério Público (Simp) e do Sistema de Planejamento e Gestão (Sisplan), ambos desenvolvidos pelo MPMT e reconhecidos por sua eficiência e inovação.A comitiva do MPAM foi composta pelo subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos, André Virgílio Belota Seffair; pelo corregedor-auxiliar e membro do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação (Ceti), Darlan Benevides de Queiroz; pela promotora de Justiça de Entrância Final e Coordenadora do Grupo Gestor do Sistema de Automação da Justiça do Ministério Público (SAJ/MP), Cley Barbosa Martins; pelo promotor de Justiça de Entrância Final, Márcio Fernando Nogueira Borges de Campos; pelo diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação, Eudo Lima Assis Junior; e pelo analista de Banco de Dados, Genner Ramos Maia.“É uma grande satisfação para o MPMT receber a comitiva do MPAM. Essa troca de experiências fortalece o papel dos Ministérios Públicos como instituições modernas, eficientes e comprometidas com a inovação”, destacou o coordenador do DTI, promotor de Justiça José Mariano de Almeida Neto.Ele ressaltou ainda que Mato Grosso tem se consolidado como um verdadeiro polo de desenvolvimento tecnológico no âmbito ministerial, com soluções como o Simp e o Sisplan, que vêm despertando o interesse de outras unidades do Ministério Público em todo o país.“Estamos de portas abertas para compartilhar conhecimento, fomentar a cooperação e construir, juntos, um Ministério Público cada vez mais conectado com as necessidades da sociedade”, completou.Durante a visita, além de conhecerem em detalhes o funcionamento do Simp – voltado à gestão processual – e do Sisplan – focado no planejamento estratégico institucional -, os representantes do MPAM também conheceram todo o parque tecnológico do MPMT, que abriga diversas soluções inovadoras.A equipe do MPAM foi recebida também pelo chefe do DTI, Édipo Avelino dos Santos Palha, pelos assessores de Tecnologia da Informação Sênior Rodrigo Fonseca de Moraes e Daniel Ribeiro Soares, e pelo gerente de Sistemas Jeferson Lamartine Boldrin.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Projetos do MPMT passam por visita técnica de avaliação

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Doze projetos do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) foram inscritos na 23ª edição do Prêmio Innovare, iniciativa que busca identificar, divulgar e disseminar práticas que contribuam para o aprimoramento da Justiça no Brasil. Na manhã desta quarta-feira (08.07), quatro dessas iniciativas receberam a visita da consultora do Instituto Innovare, Rubia Salah Ayoub, durante a etapa de avaliação destinada a conhecer de perto as práticas que atenderam aos requisitos do regulamento.A visita contemplou o Espaço Caliandra, o Observatório Caliandra, o projeto FloreSer e o projeto “Por Elas, Por Nós: Diálogo Masculino”, todos desenvolvidos no âmbito do Núcleo das Promotorias de Enfrentamento da Violência Doméstica e Familiar- Espaço Caliandra. As iniciativas foram apresentadas pela promotora de Justiça Claire Vogel Dutra e por sua equipe técnica.Durante a entrevista, a promotora explicou que as iniciativas atendem, prioritariamente, mulheres em situação de violência, oferecendo acolhimento e escuta qualificada no Espaço Caliandra, que funciona como uma porta de entrada para aquelas que buscam atendimento. O espaço também recebe vítimas encaminhadas por instituições parceiras da rede de enfrentamento à violência doméstica, além de atender demandas relacionadas aos processos em tramitação nas Promotorias de Justiça.Segundo a promotora, além desse trabalho especializado, o Observatório Caliandra integra as ações do núcleo ao dar transparência aos casos de feminicídio e de violência doméstica. A plataforma promove informação e conscientização social por meio de conteúdos, serviços e do registro da memória das vítimas. Também fazem parte desse conjunto os projetos FloreSer e “Por Elas e Por Nós: Diálogo Masculino”, voltados à prevenção. O primeiro atua com adolescentes de escolas públicas e particulares, enquanto o segundo desenvolve atividades com homens trabalhadores de empresas.“As quatro ações estão conectadas e atuam de forma integrada nos eixos da repressão e da prevenção da violência doméstica e familiar. Nossa equipe tem se desdobrado e se empenhado muito nesses projetos, atuando na prevenção para impedir que o ciclo da violência sequer se inicie”, afirmou.A promotora ressaltou ainda que o atendimento às vítimas já conta com o envolvimento de diversos órgãos da rede de proteção, mas defendeu a necessidade de ampliar as políticas públicas voltadas ao suporte psicológico e à superação do ciclo da violência.“Todas as ações são voltadas às vítimas, e percebemos que esse é um trabalho que toda a rede vem realizando. Sabemos que é preciso cobrar do poder público a ampliação desse atendimento, especialmente na área psicológica, para que as mulheres consigam romper o ciclo da violência e evitar a reincidência. Mas também precisamos direcionar esforços para outros segmentos ainda desassistidos, como a educação, a cultura e os espaços não governamentais, porque há uma parcela da sociedade que está fora da atuação direta do poder público e que exerce grande impacto na prevenção da violência”, destacou.A consultora Rubia Salah Ayoub explicou que a visita técnica tem como objetivo conhecer detalhadamente as iniciativas selecionadas. Durante essa etapa, são realizadas entrevistas com os responsáveis pelos projetos para compreender sua execução, o público beneficiado e os resultados alcançados. As informações coletadas servirão de base para a elaboração de um relatório que subsidiará a comissão julgadora na escolha dos finalistas, cuja premiação ocorrerá no Supremo Tribunal Federal, em dezembro.“A gente percebe, nessas visitas às práticas do Innovare, que as iniciativas realmente precisam ser criativas. Não há como trabalhar apenas com a repressão. Aqui vemos um organismo vivo. Temos duas frentes, o Espaço Caliandra e o Observatório Caliandra, que funcionam como o coração desse trabalho, do qual surgem os demais projetos”, destacou.O Prêmio Innovare é promovido pelo Instituto Innovare, criado em 2004, e chega à sua 23ª edição em 2026.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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