Várzea Grande

Prefeitura e TCE firmam parceria e levam educação ecológica para 388 alunos

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Vinte e seis mudas de árvores, entre espécies de ipê branco, ipê amarelo e amora foram plantadas. Além disso, houve capacitação profissional dos profissionais de educação, entregue cartilhas e foi dada orientação aos alunos sobre preservação ambiental

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), participou, na manhã desta terça-feira (03), de uma ação de educação ambiental na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Benedita Bernardina Curvo’, localizada no bairro Nova Esperança.

A prefeita plantou, junto com os alunos, 26 mudas de árvores, entre espécies de ipê branco, ipê amarelo e amora. Além disso, houve capacitação profissional dos profissionais de educação, entregue cartilhas e foi dada orientação aos alunos sobre preservação ambiental, importância da reciclagem do lixo, combate ao desmatamento, entre outros.

“É fundamental orientarmos e ensinarmos, desde cedo, sobre a preservação ambiental, ainda mais durante a semana do meio ambiente. As crianças, com toda certeza, vão orientar os seus pais, os amigos, familiares, pois estas mensagens passadas para eles são muito importante”, disse a prefeita.

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O secretário municipal de Meio Ambiente, Ricardo da Costa Amorim, destacou a importância da campanha. “Cuidar do meio ambiente é cuidar da vida. Nossas crianças são o futuro e precisamos orientá-los da melhor maneira possível. Aqui também teremos doações de 400 mudas para toda comunidade escolar”, conta.

A chefe de gabinete do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Georgia Bumlai, parabenizou a gestão municipal por abraçar a causa. “A prefeita, a diretora da escola, os alunos, participaram de forma muito legal. Em nome do nosso presidente, Sérgio Ricardo, agradeço a Várzea Grande por abrir as portas para o TCE e para este lindo projeto”, conta.

A aluna do 5° ano A, Beatriz Leite da Silva, de 10 anos, disse que gostou de plantar árvores e que todo conhecimento será repassado para os colegas e familiares. “Aprendi que é importante cuidarmos de onde vivemos, pois dá maior qualidade até para o ar que respiramos. O que mais gostei no projeto foi plantar a árvore e vou cuidar todo dia dela aqui na escola”, relata.

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O aluno do 5° ano A, Davi Luiz, também de 10 anos, fala que irá praticar tudo que foi aprendido. “Aprendi que não devemos jogar lixo na rua, cuidar da nossa cidade e do nosso planeta. Vou fazer tudo que foi ensinado, pois quero um lugar melhor para viver”, disse Davi.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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