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Nove escolas de Várzea Grande disputam etapa municipal do FETRAN 2026

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A 21ª edição do Festival Estudantil Temático Teatro para o Trânsito (FETRAN) foi oficialmente aberta nesta segunda-feira (29), no espaço Orla da Alameda, em Várzea Grande. A cerimônia contou com a apresentação da Banda Musical Maestro Teixeira de Oliveira, que recepcionou o público e as autoridades. Em seguida, as EMEBs Antônio Salústio Areias e Eunice César de Melo abriram a programação com os primeiros espetáculos da etapa municipal, que reúne nove escolas da Rede Municipal de Ensino e segue até a próxima sexta-feira (3), quando serão definidos os representantes do município para a etapa regional.

A etapa municipal acontece entre os dias 29 de junho e 3 de julho e reúne nove escolas participantes do Programa Escola de Tempo Ampliado (ETA). Ao longo da semana, os estudantes apresentam peças teatrais voltadas à conscientização sobre segurança no trânsito. Os vencedores representarão Várzea Grande na etapa regional, prevista para ocorrer entre agosto e setembro.

Durante a abertura, a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda de Figueiredo, destacou a importância do festival como ferramenta de transformação social por meio da educação.

“É um orgulho estar a serviço de cada um de vocês. O FETRAN começou praticamente junto com a minha trajetória na educação, há 23 anos, e acompanhei de perto toda essa história. Esse projeto se mistura com a própria história da educação porque mostra, na prática, como ela transforma vidas. Há duas décadas era comum as pessoas não utilizarem o cinto de segurança. Hoje, muitas vezes, são as próprias crianças que orientam os pais a respeitarem as leis de trânsito. Essa mudança acontece por meio da educação. Não me canso de dizer que este é um dos projetos mais significativos da Polícia Rodoviária Federal, porque aqui vocês estão plantando sementes que irão salvar vidas.”

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A secretária também ressaltou que as oficinas de teatro desenvolvidas nas escolas de tempo ampliado fortalecem o desempenho dos estudantes no festival.

“Nossos alunos desenvolvem durante todo o ano atividades de teatro, trabalhando interpretação, cenário, expressão e protagonismo. O FETRAN valoriza esse aprendizado e oferece aos estudantes a oportunidade de aplicar tudo isso em uma causa tão importante quanto a preservação da vida.”

O chefe do Grupo de Educação para o Trânsito (GETRAN) da Polícia Rodoviária Federal, Ney Pedroso Barros, destacou que o festival é resultado da união entre instituições públicas em prol da formação cidadã.

“Em parceria com o Detran, as secretarias de Educação e diversas instituições, buscamos promover a paz no trânsito por meio da sensibilização de crianças, adolescentes e jovens. Através da arte, eles aprendem valores que levarão para toda a vida, tornando-se futuros motoristas, pedestres e cidadãos mais conscientes e comprometidos com um trânsito seguro.”

Segundo Ney Pedroso, Mato Grosso está dividido em sete etapas do FETRAN. Após Várzea Grande, o festival seguirá para municípios como Sinop, Cuiabá, Campo Verde, Primavera do Leste e Sorriso, encerrando-se com a etapa estadual, em Cuiabá.

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A superintendente pedagógica da SMECEL, Lezi Silva, destacou que o município participa da competição com nove unidades escolares e espera repetir o bom desempenho alcançado em edições anteriores.

“Este é um festival promovido pela Polícia Rodoviária Federal em parceria com o município. Nesta etapa participam nove escolas do Programa Escola de Tempo Ampliado. Os espetáculos acontecem durante toda a semana, na Orla da Alameda, nos períodos matutino e vespertino. Na sexta-feira conheceremos os vencedores que representarão Várzea Grande na etapa regional. Já conquistamos excelentes resultados em edições anteriores e esperamos repetir esse desempenho.”

Além de estimular o protagonismo estudantil e o desenvolvimento artístico, o FETRAN reforça valores como responsabilidade, cidadania e respeito às leis de trânsito, demonstrando que a educação continua sendo o caminho mais eficaz para transformar comportamentos e preservar vidas.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande

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O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.

Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.

A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.

Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.

“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.

O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.

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“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.

A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.

A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.

Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.

“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.

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A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.

Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público

A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.

“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.

Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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