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Produtores realizam cadastro para regularizar a produção de derivados de leite

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Um mutirão de cadastramento para a regularização das atividades econômicas de pequenos produtores de leite de 17 comunidades rurais de Santo Antônio de Leverger foi realizado, nesta segunda-feira (24). A ação contou com a presença de representantes da Secretaria de Agricultura Familiar de Mato Grosso (Seaf), da Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea). O atendimento ocorreu na sede da Subprefeitura da Agrovila das Palmeiras e foi articulado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSD).

“Primeiramente, realizamos uma reunião com mais de 100 lideranças locais para organizar esse mutirão de cadastramento dos pequenos produtores de leite. Eles compreenderam a importância da regularização e, agora, aqueles que produzem ovos, mel, requeijão, mussarela, salames, queijos e outros derivados de leite poderão ampliar suas vendas para diversos municípios de Mato Grosso. Desejo sucesso a todos os cadastrados e reafirmo o meu compromisso de seguir contribuindo com essa causa”, destacou o parlamentar.

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O produtor Sidney Gaspar celebrou a oportunidade e demonstrou confiança no aumento da comercialização dos produtos. “Sou produtor de leite e, com esse cadastro, poderemos obter o selo de inspeção, o que permitirá vender nossa produção para outros municípios. Agradeço ao deputado Wilson Santos e a todos os envolvidos por nos oferecerem esse direcionamento, que será muito benéfico para nós”, afirmou.

Já o presidente da Associação de Santana de Taquaral, Edilson Galdino de Araújo, ressaltou a importância da iniciativa para o fortalecimento da produção local. “O grupo do Wilson Santos e as entidades envolvidas atenderam nossa demanda e estamos otimistas em expandir nossa produção. Só temos a agradecer por essa oportunidade!”, declarou.

Os produtores cadastrados foram integrados no Serviço de Inspeção Agroindustrial de Pequeno Porte de Mato Grosso (SIAPP), sendo um passo fundamental para a regularização da produção de derivados de leite. Além de facilitar a ampliação da comercialização para outras cidades do Estado, a certificação garante qualidade, acesso a investimentos, capacitações e linhas de crédito, possibilitando o crescimento dos negócios com suporte técnico e assistência especializada.

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Fonte: ALMT – MT

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Comissão da ALMT retira de pauta projeto que revoga reserva extrativista na Região Norte

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A Comissão de Revisão Territorial dos Municípios e das Cidades da Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou nesta terça-feira (19) a primeira reunião ordinária de 2026. De quatro matérias aptas à discussão e votação, os deputados retiraram de pauta o Projeto de Decreto Legislativo 11/2025, de autoria do deputado Gilberto Cattani (PL).

Essa proposta, susta os efeitos do Decreto nº. 9.521, de 19 de junho de 1996, do Governo do Estado que cria a área da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt, localizada nos municípios de Aripuanã e Colniza, totalizando aproximadamente 164 hectares.

O deputado Ondanir Bortolini, Nininho (Republicanos), que é presidente da comissão, defendeu a revisão de medidas ambientais que, segundo ele, têm prejudicado produtores rurais que ocuparam áreas da região amazônica de boa-fé há décadas. Nininho afirmou que muitas famílias enfrentaram dificuldades históricas, como isolamento, doenças e falta de infraestrutura, para desenvolver a produção rural.

Nininho criticou ainda a criação de reservas e parques sem a devida regularização fundiária e indenização aos moradores, alegando que produtores acabam impedidos de trabalhar e responsabilizados até mesmo por incêndios em áreas protegidas. Ele afirmou também que é necessário conciliar a preservação ambiental com justiça social, garantindo segurança jurídica às famílias que vivem e produzem nessas regiões.

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Já o deputado Júlio Campos (União) fez um apelo à Comissão de Revisão Territorial para uma análise com “muito carinho”. Segundo ele, a proposta busca revogar os efeitos do Decreto nº 952/2016, assinado pelo então governador Pedro Taques, que criou a Reserva Extrativista Guariba-Roosevelt, no município de Colniza, abrangendo uma área de aproximadamente 164 mil hectares.

Durante a defesa do projeto, Júlio Campos relembrou que a região foi destinada à colonização entre os anos de 1983 e 1986, quando governou Mato Grosso, dentro de uma política federal de ocupação da Amazônia Legal. Segundo ele, mais de 200 famílias foram assentadas na área e permanecem produzindo café, cacau e gado há cerca de 40 anos.

O parlamentar afirmou que muitos produtores enfrentaram dificuldades como malária, isolamento e perdas familiares para permanecer na região e criticou a criação da reserva sobre áreas já ocupadas. “Ninguém quer acabar com a reserva, mas não podemos acabar com os produtores rurais”, declarou, defendendo que a unidade de conservação seja rediscutida em áreas devolutas e sem ocupação produtiva.

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Fonte: ALMT – MT

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