Várzea Grande

Várzea Grande marca presença e reforça necessidade da gestão participativa

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Junto a outros representantes mato-grossenses, Município aprofunda discussões essenciais acerca da Política Nacional de Saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção à saúde nos municípios

A secretária municipal de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, participou, nesta manhã (19), do 2º Congresso Cosems/MT, realizado pelo Conselho de Secretarias Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems/MT). O evento acontece no Hotel Inter Cuiabá, e tem o objetivo de promover debates essenciais sobre a Política Nacional de Saúde, com foco na gestão participativa, no Pacto Federativo e na humanização dos serviços de saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção à saúde nos municípios de Mato Grosso.

Para a secretária o evento é de grande relevância, pois, traz temas nacionais que visam à melhoria da qualidade da assistência, além de aportes financeiros e novas projeções para a saúde nos municípios para o ano de 2025. “Estamos reunidos com os secretários de saúde do Estado discutindo as prestações de contas e também, trazendo novidades para o nosso município”, destacou.

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Segundo o presidente do Cosems/MT e Gestor de Itiquira, Flávio Alexandre dos Santos, o congresso é uma oportunidade única de debater temas relevantes. “Esse será um espaço para debates essenciais sobre a Política Nacional de Saúde, com foco na gestão participativa, no Pacto Federativo e na humanização dos serviços de saúde, contribuindo para o fortalecimento da atenção à saúde nos municípios de Mato Grosso.

COSEMS – O 2º Congresso Cosems/MT, acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de março e traz como tema central: “Um olhar acolhedor para a gestão em saúde dos municípios de MT”. A programação conta com mesas temáticas que debaterão diversos assuntos, como financiamento do SUS e o novo financiamento da atenção básica, ferramentas e dispositivos para aprimorar a organização e o funcionamento da Rede de Atenção à Saúde (RAS), Rede de Atenção Psicossocial e Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, enfrentando às arboviroses e emergências em saúde pública e outros temas.

O evento terá oficinas com os temas: Planejamento do SUS para 2026-2029, Potencializando as ações do Programa Saúde na Escola (PSE), Contratualização de Serviços de Saúde – fiscalização de Contratos em Âmbito Hospitalar do SUS, Sistemas de informação e faturamento (CNES, FPO, BPA, SIA e SIH) e Descentralização das ações da Vigilância Sanitária (VISA).

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Paralelo ao congresso, ocorrerá a Mostra Estadual de Experiências Exitosas com a apresentação oral de 183 trabalhos selecionados, dentre 282 inscritos. As experiências foram avaliadas por uma comissão organizadora especializada, tendo como critério os resultados alcançados, aplicabilidade, sustentabilidade, alinhamento às diretrizes do SUS e caráter inovador.

O evento é organizado pelo Conselho com parceria da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT). (SES-MT).

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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