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Forças de segurança apreendem 1,5 tonelada de cocaína e causam R$ 100 milhões de prejuízo às facções

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Equipes da Polícia Militar, por meio do 8º Comando Regional e do Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Federal e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreenderam mais de 1 tonelada e meia de cocaína, neste sábado (15.2), no município de Juruena. A ação integrada causou prejuízo de mais de R$ 100 milhões para as facções criminosas.

Os entorpecentes foram localizados depois que as equipes policiais receberem denúncias anônimas de fazendeiros sobre uma aeronave suspeita, que estava utilizando uma pista de pouso, na zona rural da região.

A força-tarefa se deslocou até o local indicado e não localizou nenhuma aeronave. Os policiais fizeram buscas em uma região de mata e encontraram 46 fardos grandes contendo substância análoga a cocaína. Todo o material totalizou a quantia de 1 tonelada e meia de droga apreendida.

As equipes fizeram novas buscas e não localizaram nenhum suspeito na região. O trabalho de diligências continua para a identificação e prisão dos criminosos responsáveis pelos entorpecentes.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, parabenizou a rápida ação das equipes policiais e a apreensão recorde ocorrida no município de Juruena.

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“Essa apreensão significativa mostra que o trabalho integrado de todas as forças de segurança tem resultado positivo para a retirada de circulação de entorpecentes, enfraquecendo as ações de facções criminosas. Continuamos na missão de dar tolerância zero ao crime e dar mais segurança para todos os nossos cidadãos de bem”, enfatizou o coronel Fernando.

O material foi recolhido e está sendo encaminhado para a sede da Polícia Federal, em Cuiabá, para demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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