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Turistas do show do Guns N´Roses gastaram até R$ 5 mil e planejam voltar a MT para conhecer belezas naturais

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Os turistas que vieram a Cuiabá para o show da banda Guns N’ Roses gastaram entre R$ 500 e R$ 5 mil durante a estadia na capital, segundo pesquisa realizada no dia da apresentação, na Arena Pantanal.

O levantamento, conduzido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) em parceria com a Prefeitura de Cuiabá, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT) e Universidade de Cuiabá (Unic), foi concluído nesta sexta-feira (15.11). A pesquisa constatou que o público aproveitou a passagem pela capital para consumir gastronomia, fazer passeios urbanos, realizar compras e participar da vida noturna.

Cerca de 300 pessoas foram entrevistadas entre 15h e 18h, antes da abertura dos portões. Do total, 66,14% eram de Mato Grosso, enquanto 33,46% vieram de outros estados e 0,39% de países vizinhos. Considerando apenas o interior mato-grossense, aproximadamente 33,3% dos ouvidos eram das cidades de Sinop, Rondonópolis, Alta Floresta, Cáceres, Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste.

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A presença de turistas interestaduais também foi expressiva, representando cerca de 100 pessoas da amostra, vindas sobretudo dos estados de Rondônia, Mato Grosso do Sul, Paraná, Minas Gerais e São Paulo.

Entre os visitantes, 27,3% declararam ter consumido gastronomia local, enquanto 20% afirmaram ter feito passeios por Cuiabá. As atividades mais citadas incluíram restaurantes, pontos turísticos urbanos, compras e vida noturna, e muitos planejam voltar para conhecer Chapada dos Guimarães ou o Pantanal.

O tempo de permanência também reforça o impacto econômico do evento, segundo a pesquisa. Cerca de 40% dos entrevistados ficaram de três a quatro dias na capital, 31,7% permaneceram por dois dias, 15,7% fizeram bate-volta e 7% ficaram cinco dias ou mais. A maioria avaliou a experiência como boa ou ótima. As principais sugestões de melhoria envolveram mobilidade urbana, transporte e organização do evento.

Para a superintendente de Políticas e Promoção do Turismo da Sedec, Julia Assis, os números comprovam que shows internacionais fortalecem a economia de Cuiabá e ampliam o movimento de hotéis, bares e restaurantes, além de consolidar a capital como destino de entretenimento, cultura e turismo.

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“A pesquisa aponta aquilo que temos defendido: os grandes eventos movimentam toda a cadeia do turismo. Um show traz pessoas para Cuiabá. Elas não vêm apenas para assistir ao espetáculo, mas também se hospedam, comem, fazem passeios e interagem com nossa cultura. Ver que uma parcela expressiva gastou até R$ 5 mil e que quase metade permaneceu por vários dias mostra o quanto esse tipo de programação gera impacto real na economia. O desafio agora é ampliar essa agenda e garantir que a experiência do visitante seja cada vez melhor, para que ele queira voltar e explore outros destinos do nosso estado”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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