Sorriso

De janeiro a novembro, Saúde Sorriso já realizou quase 3,5 mil cirurgias de média e alta complexidade

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Somado com exames e consultas, o valor investido passa dos R$ 12,8 milhões

A missão é cuidar de gente. E é por isso que o Município de Sorriso já investiu R$ 8.242.422,04 somente em procedimentos cirúrgicos em 2024. O valor soma exatos R$ 1.392.375,44 a mais do que o aplicado durante todo o ano de 2023 quando foram aplicados R$ 6.850.046,60 para a realização de 2.886 procedimentos cirúrgicos. Em 2024, os mais de R$ 8 milhões, já viabilizaram a realização de 3.426 cirurgias.

Além disso, o Município investe ainda em exames laboratoriais; de imagem; consultas e demais procedimentos necessários às cirurgias, como transporte de pacientes para fora do Município. Até o momento, já foram realizados 13.011 exames laboratoriais e de imagem com investimento de R$ 3.578.465,97; somam ainda 8.229 consultas com aplicação de R$ 1.000.828,00. Somados todos os valores, o investimento do Município ultrapassa a casa dos R$ 12,8 milhões (R$ 12.821.716,0, especificamente), frisa o secretário de Saúde e Saneamento, Luis Fábio Marchioro.

Esses números, vale sempre lembrar, são exclusivamente dos processos viabilizados via Consórcio de Saúde Vale do Teles Pires. Além disso, o Município oferta exames no próprio Ambulatório Multiprofissional de Especialidades Ari Jaeger e na Unidade de Pronto Atendimento Sara Akemi Ichicava. Somente no AME, são mais de quatro mil consultas mensais.

As cirurgias

O gestor ressalta que desde o início do Programa + Cirurgias, desenvolvido pela Prefeitura de Sorriso, os procedimentos são adquiridos pelo Consórcio de Saúde Vale do Teles Pires. Na lista dos procedimentos do Programa + Cirurgia, constam processos cirúrgicos variados como de otorrinolaringologia, ginecologia, oftalmologia e situações gerais com intervenções cirúrgicas de vesícula, hérnia e rins, realizadas em parceria com várias unidades hospitalares como o Nossa Senhora de Fátima, o Hospital e Maternidade 13 de Maio no Município e o Hospital Regional Hilda Sprenger Ribeiro de Nova Mutum.

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Luis Fábio frisa que a intensificação das parcerias busca zerar as filas de espera por cirurgias eletivas. “Esses procedimentos não são responsabilidade do Município; para quem, por lei, cabe procedimentos de baixa complexidade, mas como temos muitas pessoas necessitando e há a possibilidade de ofertar via Consórcio de Saúde, o Município optou por assumir esse compromisso”, frisa. “É uma maneira de auxiliarmos o Estado a dar vazão às demandas da saúde, que são inúmeras e constantes”, reforça.

Hoje o tempo médio de espera para procedimentos como esses no Município é de 60 a 90 dias. “É um tempo curto para um procedimento eletivo; isso só é possível pelo empenho da Administração Municipal e a viabilização pelo Consórcio”, destaca o gestor.

E como em qualquer outro procedimento da rede pública de saúde do Município, a porta de entrada para é o Programa de Saúde da Família (PSF) da área de cobertura do paciente. É sempre a partir do atendimento no PSF que o paciente recebe as orientações médicas, faz os exames necessários e é encaminhado para cirurgia, caso o médico confirme a necessidade.

Para acompanhar pedidos

E para quem está aguardando procedimentos pela rede municipal, sempre é bom lembrar que a ordem de chamada é pela classificação de prioridade, ou seja, os casos mais graves são chamados primeiro, especialmente casos em que há suspeita de doenças graves. Porém, todo paciente que tem alguma dúvida, pode e deve procurar informações; ou diretamente no PSF ou pelo whatsapp da Central de Regulação pelo número (66) 99978-8441 que atende de segunda a sexta-feira, das 7 às 13 horas.

Outra coisa, a recomendação para quem tem pedidos encaminhados é manter o número do celular atualizado para que a equipe possa entrar em contato.

Luis Fábio pontua que o trabalho da Central de Regulação é complexo e para que o paciente dê continuidade ao tratamento, após receber o resultado dos exames, a pessoa é encaminhada para o retorno médico com o especialista para garantir a sequência. Todas as ações são coordenadas e estão sendo proporcionadas de forma 100% gratuita com recursos municipais.

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“A gente trabalha muito, conversa muito, busca parceiros para a realização, busca recursos financeiros e temos no prefeito Ari Lafin um grande parceiro, que nunca nega valores para a aplicação em saúde e quando conseguimos êxito é muito especial”, ressalta o gestor.

O secretário acrescenta ainda o apoio do Governo do Estado, que por meio do Programa Fila Zero, tem disponibilizado recursos financeiros para custear parte dos procedimentos realizados em Sorriso também tem sido essencial. “Agradecemos o olhar humanizado para a saúde”, finaliza.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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Sorriso

Servidores da Secretaria de Fazenda iniciam formação online sobre a Reforma Tributária

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Curso é composto por 15 encontros, divididos em seis blocos temáticos

Cursos, seminários, imersões e muito, muito estudo. Para que o Município de Sorriso esteja preparado para a Reforma Tributária (RT), a equipe da Secretaria de Fazenda (Semfaz) segue se preparando. Nesta quinta-feira ( 2 de julho), a deu início hoje a uma rodada de 15 encontros semanais, que foram divididos em seis blocos temáticos.

Conduzida por Gelson Severo, um dos consultores da ROIT, empresa que presta consultoria à Prefeitura, a primeira “aula de revisão” versou sobre os fundamentos constitucionais e legais da Reforma Tributária.

“Com certeza, serão mais oportunidades para podermos nivelar as informações sobre a Reforma Tributária, compreendermos melhor seus mecanismos e, assim, fazer uma transição segura”, destaca o titular da pasta, Tedy Puva, acrescentando que a expectativa com a RT é que Mato Grosso deve perder muitos recursos com a mudança no sistema de arrecadação, e Sorriso também está inserido neste cenário, dada a natureza do agronegócio.

Os encontros, online, serão realizados sempre às quintas-feiras e terão duração de meia hora, de forma a não impactar a rotina de trabalho dos servidores. “Entendemos que a partilha de informações é fundamental neste processo e não estamos medindo esforços para tirar todas as dúvidas da nossa equipe”, complementa o secretário.

Saiba Mais sobre a Reforma Tributária:

“A Reforma Tributária exige uma mudança de postura: não basta arrecadar, é preciso arrecadar com inteligência. O coeficiente que definirá os repasses ao Município nas próximas décadas é construído agora, com base nos dados entre 2019 e 2026. Isso transforma a gestão fiscal em uma estratégia de longo prazo”, destacou Gelson, quando realizou uma formação in company na Prefeitura.

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Tecnologia aplicada à gestão fiscal

A Prefeitura vem adotando ferramentas tecnológicas e cruzamento de dados para ampliar a eficiência da arrecadação e identificar inconsistências fiscais.

Entre as iniciativas, destacam-se:

Uso de inteligência de dados para identificar divergências entre declarações e operações reais;

Atualização cadastral com apoio de imagens de drone, proporcionando uma visão ampla do inventário imobiliário municipal;

Revisão de exercícios anteriores com foco em recuperação de receitas não arrecadadas

Estruturação de processos de fiscalização mais orientativos e preventivos.

ISS hoje, equilíbrio fiscal amanhã

Com a Reforma Tributária instituída pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e suas leis complementares regulamentadoras, o modelo atual será gradualmente substituído por um sistema baseado no consumo no destino. Essa nova dinâmica impões desafios extras ao Centro-Oeste, em especial aos municípios do Mato Grosso.

Nesse contexto:

O ISS e o ICMS serão substituídos pelo IBS

A arrecadação e a distribuição serão centralizadas pelo Comitê Gestor do IBS (CG-IBS)

Parte relevante dos repasses aos municípios dependerá da chamada receita de referência

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Essa receita será calculada com base na arrecadação de ISS e na cota-parte do ICMS entre 2019 e 2026 — período que se tornou decisivo para o futuro financeiro dos municípios.

“Cada inconsistência não corrigida, cada valor não arrecadado dentro desse intervalo, impacta diretamente a capacidade de investimento do Município por décadas. Estamos falando de um efeito que se estende até 2077”, reforça Gelson.

Sustentabilidade fiscal como política pública

A estratégia adotada por Sorriso vai além da arrecadação imediata. Trata-se da construção de uma política de sustentabilidade fiscal, baseada em três pilares:

Qualidade dos dados fiscais

Uso intensivo de tecnologia

Conformidade e regularização dos contribuintes

“Garantir arrecadação eficiente hoje é garantir serviços públicos amanhã. A sustentabilidade fiscal começa com organização, tecnologia e responsabilidade compartilhada”, destacou, à época, o secretário Tedy.

Transição da Reforma Tributária: o que muda

2026: fase de adaptação operacional

2027: início da cobrança da CBS em substituição so PIS/Cofins

2029 a 2032: transição do IBS, com substituição progressiva do ICMS e ISS

2033: IBS plenamente implementado

2029 a 2077: período de transição federativa, com distribuição híbrida (coeficiente + destino)

Ao longo dessa transição, o peso da arrecadação histórica será gradualmente reduzido, mas continuará relevante por décadas.

Fonte: Prefeitura de Sorriso – MT

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