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Polícia Militar forma 38 alunos para fiscalização de trânsito

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O Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Urbano e Rodoviário (BPMTran) finalizou, na manhã desta quarta-feira (14.08), o 4º Curso de Especialista de Policiamento de Trânsito (CPTRAN), em Cuiabá. A solenidade de formatura foi realizada no auditório do Quartel do Comando-Geral e contou com a presença dos 38 alunos da turma.

O curso teve duração de cerca de 45 dias e possuiu o objetivo de capacitar os profissionais de segurança e fiscalização para atuarem nas vias urbanas e nas rodovias do Estado, orientar sobre a conduta adequada conforme a legislação e aprimorar as técnicas e estratégias relacionadas à abordagem e fiscalização de veículos.

O comandante do Batalhão de Trânsito da PM, tenente-coronel Adão César Rodrigues Silva, destacou que o CPTRAN também contou com a presença de outras instituições de segurança, tanto na execução e capacitação, quanto de alunos que são formados no curso.

“É com muito orgulho que estamos finalizando mais uma edição deste curso. Estamos exportando conhecimento vasto e completo na área de fiscalização de trânsito, possibilitando que mais equipes dessa instituição e co-irmãs possam montar suas equipes de fiscalização, multiplicando e capacitando nossas tropas com grande eficácia”, afirmou o comandante.

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Além de policiais militares de Mato Grosso, a turma também foi formada por agentes da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, e servidores da Guarda Municipal de Várzea Grande, da Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).

O gerente de fiscalização de trânsito do Detran, Tiago Marcello, foi um dos formandos do 4º CPTRAN e ressaltou a importância das didáticas de teorias e práticas que conciliaram com o melhor aprendizado e capacitação.

“O curso ofereceu uma excelente estrutura, com uma didática incrível, estou muito satisfeito de ter realizado e sei que vai contribuir muito com o dia-a-dia do meu trabalho e no melhor atendimento à população”, afirmou.

O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Alexandre Corrêa Mendes, também esteve presente na solenidade, parabenizou aos formandos no curso e também destacou que todo novo curso é uma prova de que a PM se atualiza para sua melhor prestação de serviço.

“Chegamos a mais uma conclusão de curso e mais uma capacitação e formação ofertadas não só para nossos policiais militares como também para agentes e parceiros da nossa instituição. É com muita satisfação que nos empenhamos em cada curso, pois sabemos que também é uma forma de investimento que vai se voltar com benefício para a prestação de serviço ao cidadão”, pontuou o comandante-geral.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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