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Governo de MT lança prêmio para estimular a cultura da eficiência no serviço público

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O Governo de Mato Grosso lançou, nesta quarta-feira (21.06), o Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas, com objetivo de estimular a cultura da eficiência no serviço público em benefício dos cidadãos.

O governador Mauro Mendes ressaltou que a premiação adotada pelo Governo de Mato Grosso segue exemplo de grandes empresas privadas, e vai ao encontro do planejamento estratégico da gestão, que busca a eficiência nos serviços públicos, com foco em entregar melhores resultados à sociedade.

“Queremos estimular e ampliar o espírito de eficiência e da busca pela inovação dentro do serviço público. Tudo o que fazemos dentro do Governo tem um único objetivo, que é atender o cidadão e a sociedade. Não há nenhuma atividade que não seja impactada pela atuação do Governo e seus servidores, e, por isso, nosso objetivo é tornar o Estado mais eficiente, por meio dos nossos servidores. A premiação é uma forma de chamar a atenção para essa causa”, destacou.

O secretário de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), Basílio Bezerra, pontuou que o reconhecimento aos servidores, por meio da premiação, reforça os exemplos de boas práticas adotadas desde o início da gestão e aumenta a motivação e o engajamento dos servidores para a adoção de ideias inovadoras, e ressaltou o ineditismo da ação do Governo de Mato Grosso.

“Sob a gestão do governador Mauro Mendes, estamos sempre buscando ações que tenham robustez e impacto para a sociedade e assim criamos este prêmio, que é inovador. Nunca foi feito algo dessa envergadura no Estado de Mato Grosso e, em nível de Brasil, é o prêmio mais robusto, que paga maior premiação e tem o maior nível de exigência nas categorias”, acrescentou.

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A defensora pública-geral do Estado, Maria Luziane Ribeiro, parabenizou o Governo de Mato Grosso pela iniciativa, e afirmou que a busca pela eficiência resulta na melhor prestação do serviço ao cidadão.
“Vemos, hoje, um Estado moderno, que pensa lá na frente e, mais ainda, que quer bons resultados para o cidadão. Essa visão de administração do Governo do Estado é fantástica, porque o papel do Estado é entregar mais e melhor para o cidadão. A busca pela eficiência é extremamente importante e o cidadão precisa disso”, manifestou.

O deputado estadual Alberto Machado (Beto Dois a Um) ressaltou que a cultura da eficiência tem sido valorizada desde o início da gestão.

“O que o cidadão espera do poder público é eficiência, e isso o governador Mauro Mendes sempre incentivou. Agora o Governo do Estado está incentivando financeiramente, materializando o incentivo para que a gente consiga instalar no poder público um diferencial, que é essa cultura de inovação e eficiência, e que está conectado com os anseios da população”, enfatizou.

Premiação

O Prêmio Eficiência e Inovação em Práticas Públicas contará com três categorias, sendo elas: transformação digital, redução de custos/melhoria de receitas, e satisfação do cidadão e do servidor. As inscrições dos projetos vão do dia 10 de julho a 31 de agosto.

Poderão participar servidores efetivos e comissionados, servidores civis e militares e empregados públicos do Governo de Mato Grosso, que tenham tido inovações implementadas a partir de 2021. Cada secretaria e autarquia poderá indicar até três projetos, e cada servidor poderá inscrever até dois projetos, desde que de categorias diferentes.

A premiação contará com três etapas de avaliação, cujos critérios serão publicados no dia 4 de julho. O resultado final do prêmio será conhecido no dia 12 de dezembro.

Serão premiadas as 10 melhores ações, já implantadas, de cada categoria. As premiações envolvem valores em dinheiro e passagens aéreas nacionais e internacionais, com direito a acompanhante. Ao todo, até 150 servidores poderão ser premiados. Isso porque cada projeto poderá conter até cinco servidores por grupo.

LabSin

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O evento também marcou o lançamento do laboratório de inovação do Sistema Central de Inovação em Práticas Públicas do Poder Executivo (LabSin), que será construído na Seplag.

“O objetivo do Labsin é fomentar ações de inovação no Estado, fazer com que o servidor participe, aprenda e entenda como funciona o processo de melhoria no serviço público, dando o apoio necessário para o desenvolvimento dessas inovações”, explicou o secretário Basílio Bezerra.
Participaram do evento os secretários de Estado e presidentes de autarquias.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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