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Polícia Civil cumpre ordens judiciais em investigação de morte de idoso no Contorno Leste

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com apoio da Corregedoria-Geral, cumpriu na manhã desta sexta-feira (07.06), três mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais, dentro da investigação que apura o envolvimento de um investigador de polícia na morte do idoso, ocorrida no mês de fevereiro, na região do Contorno Leste, em Cuiabá.

Os mandados de busca e apreensão tinham como objetivo a apreensão dos aparelhos celulares das pessoas envolvidas nos fatos. Durante as buscas, foram apreendidos todos os aparelhos celulares alvos da investigação, inclusive o do policial investigado.

Além das buscas, foi determinado pela Justiça com base no pedido da DHPP, o afastamento do policial da atividade-fim devendo atuar apenas em atividades estritamente administrativas, com o fim de garantir a tranquilidade das investigações e também o afastamento bancário e de dados pessoais dos aparelhos celulares dos investigados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, com esses afastamentos, a Polícia busca a continuidade das investigações sem uma possível interferência do policial nos atos investigatórios e também no esclarecimento de algumas circunstâncias que ainda não se tem resposta.

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“Os trabalhos investigatórios continuam para verificar se os elementos apurados confirmam ou não o que se tem de linha inicial de investigação”, disse o delegado.

O Processo Administrativo Disciplinar instaurado na Corregedoria-Geral segue em andamento para apurar supostas práticas de homicídio, falsidade ideológica, improbidade administrativa, além de diversas infrações administrativas imputadas ao policial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil prende em Araputanga casal foragido por condenação por roubo violento

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Um homem e uma mulher, condenados pelos crimes de roubo majorado e associação criminosa tiveram, mandados de prisão definitiva cumpridos pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (2.6), em ação realizada pelos policiais da Delegacia de Araputanga.

O casal estava com as ordens judiciais decretadas pela Vara Única da Comarca de São José dos Quatro Marcos em razão de condenação a 21 anos e 10 meses de prisão em sentença transitada em julgado pelo crime, ocorrido em setembro de 2017, no município.

Após tomar conhecimento dos mandados de prisão definitiva e com informações de que os suspeitos estavam no município, a equipe da Delegacia de Araputanga iniciou diligências para a localização dos condenados. Com base nas informações levantadas, os policiais civis conseguiram localizar e prender o casal no município.

Após a captura, os condenados foram conduzidos à Delegacia de Araputanga para as providências cabíveis, sendo posteriormente, colocados à disposição da Justiça.

Crime

Segundo as investigações, os suspeitos participaram de um violento assalto a uma propriedade rural na região de São José dos Quatro Marcos. Na ocasião, o grupo criminoso, agindo de forma coordenada e com emprego de armas de fogo, subtraiu uma caminhonete Toyota Hilux, uma motocicleta, aparelhos celulares e a quantia de R$ 2,2 mil pertencentes às vítimas, entre as quais se encontravam pessoas idosas, incluindo um homem de 89 anos e uma mulher de 91 anos.

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Durante a ação criminosa, as vítimas foram mantidas sob cárcere privado por aproximadamente quatro horas, mediante constantes ameaças de morte, tendo uma delas sido amarrada com fita crepe. O veículo subtraído foi encaminhado para a cidade de Cáceres, com destino à Bolívia, em esquema organizado de escoamento transfronteiriço de veículos roubados.

Investigações e condenação

As investigações revelaram a participação dos condenados na empreitada criminosa e evidenciaram a existência de uma associação criminosa estável e permanente voltada à prática reiterada de crimes patrimoniais na região de São José dos Quatro Marcos, Araputanga e municípios vizinhos.

Após a condenação em primeiro grau, a defesa interpôs recurso de apelação perante a Quarta Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, o qual foi desprovido por unanimidade em outubro de 2025, mantendo-se integralmente as penas de 21 anos, 10 meses e 26 dias de reclusão, em regime inicial fechado, com validade do mandado de prisão até o ano de 2046.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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