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Poder Judiciário utiliza dinâmica de jogo como ferramenta para divulgar o Mapa Estratégico

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 O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Coordenadoria de Planejamento (Coplan), em parceria com o Laboratório de Inovação-InovaJusMT, adotará uma abordagem inovadora para divulgar o seu Mapa Estratégico com técnicas de gamificação, ou seja, utilizando dinâmica de jogo para gerar motivação e engajamento.
 
O projeto foi validado pela Coplan nesta sexta-feira (24.5) e foi desenvolvido como uma resposta direta às necessidades de melhor compreensão e engajamento dos servidores com o Mapa Estratégico do TJMT. Com um formato lúdico, que inclui perguntas de múltipla escolha e atividades interativas, espera-se que os servidores absorvam mais facilmente as informações essenciais de uma maneira mais eficiente.
 
A gamificação será inserida em diversos momentos para envolver os servidores em um ambiente competitivo, porém amigável, onde eles serão incentivados a responder questões que exploram desde os princípios institucionais até metas específicas dentro do Mapa Estratégico. A dinâmica inclui elementos como cartas e fichas para facilitar a interação, com pontos sendo atribuídos a cada resposta correta.
 
“Pretendemos utilizar a gamificação como método para facilitar o entendimento do nosso Mapa Estratégico, que é essencial para alinhar nossas ações diárias com os objetivos institucionais. Este processo vai ajudar a transformar informações estratégicas em atividades interativas, incentivando a participação ativa na compreensão e implementação das nossas diretrizes”, explicou o Coordenador de Planejamento, Afonso Vitorino Maciel.
 
Objetivos e Impacto Esperado – O principal objetivo desta inovação é promover uma compreensão mais profunda e engajada do Mapa Estratégico, garantindo que todos os servidores estejam alinhados e informados sobre as diretrizes que orientam suas atividades. Além disso, a Coplan espera que a gamificação ajude a fortalecer a cultura de inovação e colaboração no TJMT, as quais são importantes para o sucesso organizacional.
 
A expectativa é que esta abordagem não apenas aumente o interesse e a participação dos servidores nas iniciativas estratégicas, mas também melhore a retenção de informações e a aplicação prática das diretrizes do Mapa Estratégico no dia a dia do trabalho.
 
Capacitação em Linguagem Simples – Toda a equipe da Coordenadoria de Planejamento participou de uma oficina de Linguagem Simples na sexta-feira (24.5), com teoria e prática aplicada aos documentos específicos da área.
 
Nesse mesmo dia, validaram a gamificação do Mapa Estratégico, mostrando o alinhamento da equipe com os macrodesafios do CNJ, ou seja, ao planejamento estratégico do Judiciário Nacional e projetos que apliquem a Linguagem Simples alinhados com os objetivos finais, como a “Garantia dos Direitos Fundamentais” e o “Fortalecimento da Relação Institucional do Judiciário com a Sociedade”.
 
“Eu tinha uma percepção de que a linguagem simples era fundamentada e baseada somente em visual law. E, na verdade, a capacitação foi para rever os conceitos, com atendimento para o cidadão e isso superou minha expectativa. Vocês colocaram de uma forma tão simpática, que a aderência ao tema não é mais aquela que eu tinha percepção. Eu tinha uma percepção de que seria uma imposição. E não é isso. Ficou legal a dinâmica e as interações. Isso deixa a gente leve para aderir. Parece que todo mundo queria isso”, relatou o analista judiciário da Coplan, Juliano Barroso, sobre o aprendizado.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens – Foto 1: a imagem mostra os servidores sentados e olhado para a instrutora. Ela esté em pé e aponta para um telão onde há projeção do conteúdo que está sendo discutido. 
 
Josiane Dalmagro
Laboratório de Inovação do TJMT
InovaJusMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

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Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

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Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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