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Gefron apreende mais de 230 quilos de drogas em Porto Esperidião

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, na manhã desta quinta-feira (11.04), 232 quilos de entorpecentes no município de Porto Esperidião (323 km de Cuiabá). O suspeito que levava a droga estava utilizando um carro furtado para chegar até ao seu destino final, na cidade de Cáceres (218,1 km de Cuiabá). 

Um carro Fiat, modelo Toro Volcano, com características de um veículo roubado na região, foi avistado na BR-174 em alta velocidade durante a Operação Protetor das Fronteiras e Divisas e Operação Ágata. A equipe do Gefron abordou o condutor e realizou a busca veicular, onde encontrou 220 invólucros de entorpecentes. 

Entre eles, havia 132 pacotes com droga análoga à cloridrato de cocaína, e 88 com droga análoga à pasta base de cocaína. O suspeito retirou os entorpecentes do país vizinho, a Bolívia, e levaria até Cáceres. Ele alegou que receberia R$ 2 mil reais pelo transporte da droga. 

Além disso, o homem já tinha passagens por tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, homicídio e lesão corporal. Ele foi encaminhado, juntamente com a droga e o veículo roubado, para a Polícia Federal de Cáceres, para as devidas providências. 

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As ações das operações tem como objetivo reprimir as atividades de tráfico ilícito de drogas nas regiões de fronteira, além de descapacitar as ações das organizações criminosas.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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