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Agronegócio brasileiro conquista 100 novos mercados internacionais

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Desde janeiro de 2023, o Brasil expandiu seu acesso a mercados internacionais para produtos agrícolas e pecuários, totalizando 100 novos mercados em 49 países. Esse marco foi alcançado com a recente aprovação do Egito para importar carne, produtos derivados e miúdos de caprinos e ovinos.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) destacou que esse desenvolvimento é resultado de esforços para fortalecer o sistema de controle sanitário do país, aumentando a confiança no setor agropecuário brasileiro e abrindo novas oportunidades de comércio exterior.

Esse avanço representa um significativo crescimento em comparação ao período similar da gestão anterior, duplicando o número de mercados acessados. Os novos mercados estão distribuídos globalmente, incluindo 36 na Ásia, 35 nas Américas, 17 na África, 7 na Oceania e 5 na Europa.

A diversificação das exportações inclui uma variedade de produtos, como algodão, carnes bovinas e suínas, suco de açaí, frango, mamão, arroz, pescados, ovos e café verde, para países como Egito, México, Singapura, Índia, Israel, Chile, Quênia, Austrália, Rússia e Zâmbia.

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O resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Mapa e o Ministério das Relações Exteriores, refletindo um esforço coordenado para ampliar a presença do agro brasileiro no mercado global e oferecer aos produtores nacionais novas oportunidades de exportação.

Fonte: Pensar Agro

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Obrigatoriedade de CNPJ é adiada: veja o que muda para o produtor

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O produtor rural que atua como pessoa física ganhou mais tempo para se organizar com as novas regras da Reforma Tributária. A Receita Federal e o Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços decidiram adiar a obrigatoriedade do CNPJ para emissão de notas fiscais: a regra só passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2027.

Até o final de 2026, nada muda na emissão das suas notas. O produtor rural vai continuar utilizando o mesmo sistema e a mesma identificação que já usa hoje para vender sua produção ou comprar insumos.

O governo admite que o sistema precisa ser mais simples e por isso adiou. Este tempo extra serve para que a Receita desenvolva uma plataforma totalmente digital, que seja fácil de usar e que já venha integrada à emissão da nota fiscal. A ideia é evitar que o produtor tenha que fazer cadastros complicados em vários órgãos diferentes.

O que o produtor deve:

 Embora o prazo tenha aumentado, não é hora de deixar o assunto de lado. As entidades do setor reforçam três pontos principais:

  1. Não confunda adiamento com cancelamento: A obrigatoriedade do CNPJ continua valendo para o futuro. Não trate isso como algo que “não vai mais acontecer”.

  2. Aproveite a transição: Use o tempo disponível para entender como essa mudança vai afetar sua contabilidade. O sistema novo deve ser mais simples, mas a exigência documental é real.

  3. Procure ajuda técnica: Se você tem dúvidas sobre como essa mudança afeta seu CPF ou sua atividade, consulte seu contador de confiança ou a assessoria jurídica da sua associação de classe.

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O importante é utilizar esse período para se adequar gradualmente, garantindo que, quando chegar 2027, o produtor já saiba exatamente o que fazer, evitando surpresas que possam travar a venda da safra ou a compra de insumos.

Fonte: Pensar Agro

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