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Sefaz lança seletivo para analista de tecnologia da informação com salário de R$ 16,9 mil

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A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz MT) realizará um processo seletivo simplificado para formação de cadastro reserva destinado à área de tecnologia da informação. Para concorrer a uma das 39 vagas, com remuneração mensal de R$ 16.946,00, os interessados devem se inscrever entre os dias 04 e 25 de março, por meio de formulário eletrônico. As inscrições são gratuitas.

Conforme o edital publicado nesta sexta-feira (23.02), a contratação temporária visa seis perfis de analista de TI sênior, que são: Desenvolvedor de Java; Desenvolvedor Natural/ADABAS; Segurança da Informação; Governança de TI; Ciência de Dados e Product Owner. Ao se inscrever, os candidatos devem optar por apenas um perfil do cargo de analista.

Para preencher o formulário de inscrição e a declaração de experiência, o interessado deve possuir uma conta no Google. Além disso, é necessário apresentar documentos pessoais e comprobatórios de avaliação curricular, conforme a função pretendida. Os arquivos devem ser digitalizados, obrigatoriamente, no formato PDF, de modo legível e com tamanho máximo individual de 100 MB.

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Dentre os documentos exigidos está a identificação com foto (Registro Geral, Carteira de Identidade Nacional, Carteira Nacional de Habilitação ou Passaporte com foto – frente e verso), CPF, comprovação de escolaridade, diploma ou certificado de conclusão de curso e documentação para a avaliação de certificações e experiência profissional. Nos casos de candidatos à vaga destinada a pessoas com deficiência (PcD), ainda é necessário apresentar laudo médico.

A avaliação será realizada por pontuação considerando os títulos, certificações e experiências profissionais, pela Comissão Organizadora. Em relação aos títulos, a avaliação será de caráter classificatório, com pontos comuns a todas as funções. Já os certificados e as experiências profissionais serão avaliados conforme as exigências de cada um dos seis perfis.

Ao todo, serão classificados para o cadastro de reserva 117 candidatos e a previsão é de que o resultado final seja publicado no mês de maio. Para consultar o cronograma, requisitos das vagas, atribuições e critérios de avaliação, os interessados devem acessar o edital, disponível no site da Sefaz.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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