Ministério Público MT

Bapre destina recursos a projeto de Equoterapia em Cuiabá

Publicado em

Sessenta famílias são atendidas atualmente, em Cuiabá, com método terapêutico oferecido pelo Centro de Equoterapia do Regimento de Policiamento Montado da Polícia Militar. O projeto conta com recursos oriundos do Banco de Projetos e Entidades do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (Bapre). Ainda este ano estão previstas destinações da ordem de R$ 320.000,00.

A equoterapia utiliza o cavalo em uma abordagem multidisciplinar nas áreas de saúde, educação e psicologia, oferecendo atendimento especializado a crianças, adolescentes e adultos com espectro autista, síndrome de down, paralisia cerebral, transtorno de ansiedade, depressão, entre outras patologias.

De acordo com o comandante do Regimento de Policiamento Montado, tenente-coronel Walmir Barros Rocha, a previsão é de que a partir de abril do ano que vem o número de atendimentos seja duplicado, já que pacientes do Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac) também serão contemplados.

Atualmente, segundo ele, o público atendido é formado por familiares de policiais militares e pessoas que não possuem condições financeiras para arcar com a terapia em hípicas privadas. Todos os praticantes são encaminhados ao Centro de Equoterapia pela rede pública e privada de saúde.

Leia Também:  Administração Superior reajusta auxílio e anuncia concurso de remoção

O comandante explicou que o atendimento é estendido à família do praticante que recebe acompanhamento psicológico e orientações. A equipe multidisciplinar é composta por psicólogos, fisioterapeutas e profissionais da área de equitação da Polícia Militar. O atendimento é prestado uma vez por semana e, em regra, se estende pelo prazo de um ano.

“Este prazo de atendimento pode se estender por mais de um ano ou até mesmo ser reduzido, isso tudo vai depender da análise individual de cada praticante. Vale destacar também que após o tratamento muitos são encaminhados para a escola de equitação da Polícia Militar e passam a exercer a atividade não mais como terapia, mas como esporte”, destacou.

Mãe de uma das crianças atendidas no Centro de Equoterapia, Mayara Nagila Barbosa Gonçalves contou que a filha começou a terapia há quase dois anos e os resultados são evidentes. “A minha filha chegou com tônus muscular bem molinho e já melhorou muito. Isso sem contar o emocional da criança, que tem uma interação muito boa com o cavalo. Estamos muito felizes com a evolução da Mariana”, ressaltou.

Leia Também:  Difusão do conhecimento e atuação integrada são enaltecidas em abertura

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Ministério Público MT

Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Published

on

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

Leia Também:  Projeto de formação e pesquisa sobre bibliotecas de MT será lançado nesta quarta-feira (29)

Fonte: Ministério Público MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

Cuiabá

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA