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Conheça o maior ‘hospital-bunker’ do mundo, em Israel

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Hospital subterrâneo israelense Sammy Ofer foi reativado durante a pandemia de Covid-19.
Divulgação/Rambam Health Care Campus

Hospital subterrâneo israelense Sammy Ofer foi reativado durante a pandemia de Covid-19.


O Hospital de Emergência Subterrâneo Fortificado Sammy Ofer, em Haifa, Israel, foi preparado para receber pacientes na última semana. Trata-se de um bunker preparado pelo Rambam Health Care Campus com o objetivo de fortalecer o sistema de saúde caso a guerra chegue à região norte do país.

As obras de preparação das instalações foram realizadas em apenas dois dias, com o auxílio de centenas de militares do Comando da Frente Interna e da Marinha. O centro médico, próximo à fronteira de Israel com o Líbano, conta com espaço para 2 mil pacientes, equipamentos de emergência e sistemas de infraestrutura independentes – banheiros, chuveiros, ar condicionado e linhas de abastecimento.

“Todo o local é protegido pelo IDF, a força de defesa israelense, e possui estoque de eletricidade, combustível e água para funcionar de forma fechada, totalmente isolada do mundo, durante 48 horas”, explica Michael Halberthal, diretor geral do Rambam Health Care Campus.

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O Rambam atende vítimas da guerra desde o início do conflito com o Hamas, mas o Sammy Ofer já existia antes disso. Em 2006, as Forças de Defesa de Israel (IDF) e o Hezbollah entraram em guerra e, na ocasião, surgiu a ideia de criar um bunker fortificado para médicos e pacientes feridos no conflito. Assim foi criado o hospital-bunker, que posteriormente foi reativado devido a pandemia de Covid-19, que gerou uma sobrecarga nos serviços médicos de Israel.

Desta vez, graças a uma força-tarefa do governo israelense, o hospital subterrâneo foi reerguido e está ainda mais preparado para atendimentos.

Fonte: Internacional

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Funcionários testam até 10 mil vapes por dia em fábrica; veja imagens

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Testagem aconteceu na China
Reprodução

Testagem aconteceu na China

O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.

As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.

Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.

A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.

A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.

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Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.

Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.

Veja o vídeo


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Fonte: Internacional

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