Gypsy Rose foi presa em 2016, após confessar que foi a mandante do assassinato da mãe, Clauddine “Dee Dee” Blanchard
O Departamento de Correção do Missouri informou nesta sexta-feira (29), que Gypsy Rose Blanchard, de 32 anos, teve a sua pena progredida para a liberdade condicional, sendo liberada no dia 28 de dezembro de 2023. Blanchard foi condenada a 10 anos de prisão em 2016 por arquitetar e encomendar a morte da própria mãe, Clauddine “Dee Dee” Blanchard, em 2015. O seu namorado na época, Nicholas Godejohn, também foi condenado.
Mas quem é a jovem e o que motivou o crime?
Gypsy nasceu em 1 de julho de 1991. Desde seu nascimento, ela foi apresentada como uma criança que tinha uma saúde severamente afetada. A mãe de Gypsy, Dee Dee, ‘cuidava’ da filha na cidade de Springfield, Missouri, nos Estados Unidos.
Segundo Dee Dee, a filha tinha diversos problemas de saúde, como distrofia muscular, leucemia, epilepsia e alergias extremas. Com as exposições da condição de saúde da filha, Dee Dee acabou recebendo diversos produtos advindos de doações, como comida, dinheiro, e até uma viagem à Disney. Entretanto, uma coisa não era dito sobre as condições de Gypsy: ela não tinha nenhuma doença .
Dee Dee fazia com que Gypsy passasse por diversos tratamentos desnecessário, usava laudos médicos adulterados, além de raspar o cabelo da filha constantemente para manter o semblante de efeitos dos tratamentos. A jovem passou anos na cadeira de rodas e respirando com a ajuda de um tanque de oxigênio.
Após algum tempo, ficou entendido que as mentiras de Dee Dee estavam associadas a um caso de Síndrome de Münchhausen por procuração, que é quando uma pessoa inventa ou provoca doenças em alguém que esteja sob sua tutela, visando chamar a atença para si.
Gypsy tomou consciência das ações da mãe quando entrou na adolescência. Dee Dee a privava de liberdade, como a proibição do uso de redes sociais por parte da filha e de um possível relacionamento. Entretanto, aos 18 anos, Gypsy descobriu que a mãe adulterava os laudos médicos durante toda a vida.
A jovem já mantinha um relacionamento secreto com Nicholas Godejohn, de 24 anos. Ela o havia conhecido pela internet havia dois anos, e conversava com ele através de um fake no Facebook, com o pseudônimo de Emma Rose.
No dia 14 de junho de 2015, o perfil Dee Gyp Blancharde publicou no Facebook “That Bitch is dead!” (“A Vadia está morta!”). A publicação levantou suspeitas da vizinhança, que logo acionou a polícia.
Na casa onde vivia mãe e filha, o corpo de Dee Dee foi encontrado com 17 facadas. A perícia indicou que o corpo estaria ali havia dias. Como Gypsy não estava na casa e a cadeira de rodas continuava na residência, o rumor começou a crescer dizendo que ela havia sido sequestrada.
Após alguns dias, a polícia encontrou Nicholas em Winsconsin, junto a Gypsy totalmente saudável. O namorado se entregou à polícia e confessou que ambos haviam planejado a morte de Dee Dee, após a descoberta das ações da mãe contra a filha.
Gypsy enviava mensagem ao rapaz pedindo que ele acabasse com a vida de Dee Dee. Ele a matou com uma faca, enquanto ela dormia.
A história de Gypsy foi retratada por Hollywood na série de true crime “The Act”, além dos documentários “Mamãe Morta e Querida” e “Gypsy – Uma Vida de Mentira”.
O canal do YouTube Machina decidiu divulgar como acontece a testagem de vapes , os cigarros eletrônicos , nas principais fábricas da China . Em Baoan, na cidade de Shenzhen, eles foram surpreendidos.
As fábricas chinesas conseguem produzir vapes em massa, desde seu funcionamento interno até o processo de teste. Na última seção da criação do produto, veio a surpresa: um funcionário testando, realizando o trago, em cada um dos cigarros eletrônicos.
Os estágios de teste tem algumas fases. Primeiro, há um teste que aumenta a pressão da parte inferior do vaporizador para permitir que ele libere vapor do bocal.
A segunda fase é um tubo de sucção que puxa o vapor do vaporizador, da mesma forma que uma pessoa faria ao dar uma tragada.
A terceira já são os funcionários literalmente testando o produto. No vídeo do canal do YouTube, mostra o trabalhador segurando vários vapes em uma mão enquanto dá uma tragada em cada um deles para testar se estão funcionando corretamente.
Quando perguntaram ao homem sobre o número de cigarros eletrônicos que ele testa por dia, ele explicou que eram aproximadamente 8.000 a 10.000 e que fuma até fora do trabalho.
Segundo a empresa de vaporizadores eletrônicos, cada vaporizador que contém 10 ml de nicotina contempla cerca de 3.000 tragadas. Ainda, de acordo com um estudo do CDC (Centro de Doenças e Prevenção dos EUA), descobri-se que as vendas mensais de unidades de cigarros eletrônicos aumentaram 46,6% de janeiro de 2020 a dezembro de 2022.
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