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Gaeco de MT cumpre ordens judiciais em apoio a operação do MA

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, prestou apoio, nesta quarta-feira (09), à operação Hades, realizada pelo Gaeco do Maranhão. Foram cumpridos, em Primavera do Leste, mandados judiciais de busca e apreensão, sequestro e arresto.

As medidas judiciais são oriundas do Juízo da Vara Especial Colegiada dos Crimes Organizados de São Luís-MA. As investigações  apuram a prática de crimes de fraude fiscal e lavagem de dinheiro praticadas por uma organização criminosa e tem como finalidade a restituição ao erário no valor de R$ 305 milhões de reais.

 Foram cumpridos os mandados de busca e apreensão e de sequestro e arresto, além de Mato Grosso, em cidades como de Caxias, Peritoró e Miranda do Norte no Estado do Maranhão e cidades situadas nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo o Gaeco do Maranhão, a organização criminosa teria constituído empresas de “fachada” e adquirido álcool simulando que seriam utilizados no setor da indústria que tem tributação reduzida. Ocorre que o produto era destinado a postos de combustíveis que deveriam arcar com uma alíquota tributária bem acima da estipulada para a indústria causando grande perda de arrecadação aos Estados membros.

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Em Mato Grosso, os mandados judiciais foram cumpridos pelo Gaeco com apoio da Delegacia de Polícia de Primavera do Leste.

Foto Capa: Prefeitura de Primavera do Leste

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT promove nova etapa de escuta social de comunidades ribeirinhas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) promove, de 15 a 18 de julho de 2026, a segunda etapa da escuta social ativa junto às comunidades ribeirinhas do Pantanal, no município de Poconé (a 100 km de Cuiabá). Desta vez, serão ouvidas a comunidade do Chumbo, pescadores de Poconé no Pesqueiro do Beição e do Porto Jofre. A programação também inclui visitas técnicas ao Instituto Urihi, ao Parque Estadual Encontro das Águas, ao Porto da Manga e reunião institucional com a organização não-governamental Panthera Brasil. A ação tem como objetivo identificar as principais demandas sociais e ambientais da população local, fortalecendo a atuação institucional voltada à defesa de direitos e à proteção do bioma. A iniciativa integra o projeto Travessia Pantaneira, desenvolvido em parceria com a Rede de Comunidades Tradicionais Pantaneira, A Casa do Centro e a Associação dos Guardiões e Guardiãs do Pantanal de MT e MS (Aguapan).Participam da comitiva a procuradora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza e os promotores de Justiça Henrique Schneider Neto, Joelson de Campos Maciel, Mario Anthero Silveira de Souza, Liane Amelia Chaves Mansano, Adalberto Ferreira de Souza Junior e Claudio Angelo Correa Gonzaga.“A proposta é realizar uma escuta social ativa e qualificada, ouvindo diretamente as pessoas que vivem no Pantanal e conhecem, como ninguém, a realidade e os desafios da região. Ao estar presente nas comunidades, o Ministério Público amplia sua capacidade de compreender as demandas locais e de construir soluções mais efetivas para a garantia de direitos e a melhoria da qualidade de vida da população pantaneira”, destaca a procuradora de Justiça Ana Luiza Peterlini.Na edição anterior do Travessia Pantaneira, realizada em outubro de 2025, as principais demandas apresentadas pelas comunidades estiveram relacionadas à falta de água potável, à necessidade de perfuração de poços e de sistemas adequados de tratamento de água, à regularização fundiária de áreas ocupadas há gerações e à ampliação do acesso aos serviços de saúde e educação. Os moradores também apontaram a necessidade de maior apoio no combate aos incêndios florestais, com a criação de brigadas comunitárias, além de melhorias na infraestrutura, especialmente em estradas e pontes que dificultam a mobilidade e o acesso a serviços essenciais na região.

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Foto: Projeto Travessia Pantaneira.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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