Concurso do IBGE recebe inscrições até hoje para 7,5 mil vagas temporárias
Termina às 23h desta quarta-feira (19), o prazo para inscrições para duas seleções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São 7,5 mil vagas temporárias em todo o Brasil. O resultado final dos processos seletivos está previsto para 23 de outubro.
As vagas estão abertas são para os seguintes cargos:
Agente de pesquisas e mapeamento com 6.742 vagas e salário de R$ 1.387,50
Supervisor de coleta e qualidade com 806 vagas no total e salário R$ 3.100,00
O supervisor de coleta é responsável por organizar, planejar e executar atividades estabelecidas no cronograma, além de gerenciar os trabalhos, acompanhar a coleta dos dados, controlar a produção e a qualidade das atividades de coleta. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, com expediente diário de 8 horas. A vaga conta com um contrato de 1 ano, sujeito à prorrogação por até 3 anos.
O agente de pesquisas visita domicílios, coleta dados e faz pesquisas de natureza estatística. Os aprovados também serão contratados por um período inicial de 1 ano, com a possibilidade de prorrogação por até 3 anos. A jornada de trabalho será de 40 horas semanais, distribuídas em 8 horas diárias.
Para o cargo de agente de pesquisas e mapeamento, a prova abordará os seguintes temas: Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Ética no Serviço Público e Geografia.
Para as posições de supervisor de coleta e qualidade, o conteúdo abrange Língua Portuguesa, Matemática e Raciocínio Lógico, Ética no Serviço Público, Noções de Informática, Noções de Administração e Situações Gerenciais e Geografia. Além disso, o edital pede que o candidato possua a carteira nacional de habilitação (CNH) no mínimo categoria B.
Para ambas as vagas é preciso somente ter o Ensino Médio completo. As inscrições devem ser feitas no endereço eletrônico www.ibfc.org.br.
As seleções incluem uma prova objetiva, que possui caráter eliminatório e classificatório. A prova será realizada no dia 17 de setembro, com duração de 3 horas e 30 minutos. A divulgação do resultado final dos processos seletivos está prevista para o dia 23 de outubro. Nos dois casos, a previsão de duração do contrato é de até um ano, com possibilidade de prorrogação por mais dois.
Além das inscrições, hoje também é o último dia para solicitar isenção da taxa de inscrição. Os editais estabelecem gratuidade para candidatos que compreendem as seguintes condições:
Doadores de medula óssea em entidades reconhecidas pelo Ministério da Saúde;
O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais.
Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano.
“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos.
Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.
Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação.
“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.
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