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Reforma tributária: maioria do mercado avalia proposta como positiva

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Reforma Tributária já passou na Câmara
Lula Marques/ Agência Brasil

Reforma Tributária já passou na Câmara

Dois terços (66%) do mercado financeiro acredita que a reforma tributária deve aumentar o bem-estar das pessoas, segundo pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (12).

Entre os principais destaques positivos quanto aos impactos da reforma, 76% dos entrevistados acreditam em diminuição da guerra fiscal entre os estados, 71% em melhoria nos resultados do setor industrial e 52% avaliam que haverá melhoria na geração de empregos. Veja:

A pesquisa ponta ainda que, se aprovada, a reforma vai contribuir para queda da taxa básica de juros (Selic). A maioria (54%) dos entrevistados acredita que os juros vão cair com a reforma aprovada.

Todos os agentes do mercado ouvidos pela pesquisa aguardam queda da Selic neste ano. O índice era de 88% em maio. Também é quase unânime que a queda da Selic se dará na reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) de agosto (92%).

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O governo federal conseguiu aprovar a reforma tributária na Câmara dos Deputados em dois turnos, sendo a primeira votação com 382 votos favoráveis e a segunda, 375.

Com isso, caiu para 24% o percentual de agentes do mercado que acreditam que o governo tem baixa capacidade de aprovar sua agenda no Congresso. Esse percentual era de 39% em maio. Ao mesmo tempo, subiu de 10% para 27% o percentual de entrevistados que avalia como “alta” a capacidade de negociação do Planalto.

A reforma tributária está no Senado. Veja o que esperar da votação:


Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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