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Dinheiro esquecido: sites falsos imitam Banco Central e roubam vítimas

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Sites falsos imitam portal do BC
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Sites falsos imitam portal do BC

O Sistema Valores a Receber, do Banco Central (BC), ainda tem R$ 7,1 bilhões esquecidos disponíveis para saque. Para retirar o dinheiro, porém, é necessário ter atenção, já que diversos sites falsos estão simulando o oficial para roubar dinheiro das vítimas.

De acordo com a empresa de cibersegurança Kaspersky, os sites imitam o sistema do BC, mas solicitam uma taxa de saque de R$ 97 para liberar o suposto valor, que nunca é pago às vítimas.

Além de perder dinheiro, as vítimas também são induzidas a compartilharem dados pessoais, como CPF, data de nascimento e chave Pix, que podem ser usados posteriormente para aplicar outras fraudes.

A Kaspersky alerta que os golpistas usam palavras-chave iguais às do site do BC nos sites falsos, como “Valores a Receber” e “Gov”. Isso faz com que os usuários pensem que a URL é verdadeira, sendo necessário redobrar a atenção.

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“No site analisado da fraude, é possível ver uma palavra com a ortografia incorreta. Essa atenção com as palavras, layout da página e até se o site possui outras páginas dentro dele, como abas e seções que podem ser acessadas com mais informações, podem dizer se ele tem traços confiáveis ou não. Um site verdadeiro dificilmente terá erros ortográficos facilmente identificáveis e também as chances de um site íntegro ser uma página única são baixas”, alerta Fabio Assolini, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky para a América Latina.

Como se proteger do golpe

Para não cair neste golpe, é importante ter em mente que o BC não cobra nenhuma taxa para realizar os saques. Além disso, para evitar fraudes deste tipo, sempre fique atento aos sites e procure as páginas oficiais ao invés de clicar em links recebidos por SMS, email, redes sociais ou WhatsApp. Na dúvida, não passe seus dados pessoais nem faça transferências bancárias.

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Para saber se você tem valores a receber, é necessário entrar no site oficial do BC ( clique aqui ), clicar em “Consulte valores a receber” e digitar seus dados pessoais. Se houver quantias a resgatar, o próprio site te encaminhará aos próximos passos.

Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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