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Acordo UE-Mercosul está maduro, diz Alckmin

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Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, durante reunião do balanço dos 100 dias de governo
Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil – 10/04/2023

Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, durante reunião do balanço dos 100 dias de governo

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta segunda-feira (3) que o acordo entre União Europeia e Mercosul está “maduro”. Além disso, Alckmin afirmou estar confiante na assinatura ainda neste ano.

O ministro concedeu entrevista à Rádio Bandeirantes nesta manhã e afirmou que a assinatura de mais acordos comerciais é questão “de vida ou morte” para a economia nacional.

“Nós precisamos é estimular mais empresas a participar do comércio exterior, que é o que nós estamos fazendo permanentemente”, afirmou o vice-presidente.

Alckmin mencionou a “dificuldade” de contornar as exigências importas pelo bloco europeu quanto à questão ambiental, mas afirmou que o governo está trabalhando para superar o impasse.

“O que nós temos que fazer? Uma contraproposta, dizer: olha, o governo mudou, nós temos compromisso com o combate às mudanças climáticas, o Brasil vai ser o grande protagonista dessa transição energética”, afirmou ele, acrescentando que o Brasil será “exemplo para o mundo” caso consiga destravar as negociações do acordo UE-Mercosul.

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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