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Apple aumenta preço do iCloud+ no Brasil; veja novos valores

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Apple aumenta preços do iCloud+
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Apple aumenta preços do iCloud+

A Apple aumentou nesta semana os preços do iCloud+ no Brasil. As altas variam de acordo com o plano escolhido, e chegam a quase 43%.

O iCloud+ é o serviço de armazenamento em nuvem utilizado pelos dispositivos da Apple, como iPhones e iPads. A marca libera gratuitamente 5 GB de armazenamento, mas é possível pagar uma taxa mensal para obter mais espaço. Veja os aumentos:

  • Plano com 50 GB – de R$ 3,50 para R$ 4,90 – alta de 40%
  • Plano com 200 GB – de R$ 10,90 para R$ 14,90 – alta de 36,7%
  • Plano com 2 TB – de R$ 34,90 para R$ 49,90 – alta de 42,9%

Além do armazenamento extra, os planos também oferecem algumas vantagens, como domínio de e-mail personalizado e retransmissão privada do iCloud. Todas as assinaturas podem ser compartilhadas com até cinco familiares.

O preço do iCloud+ subiu não apenas no Brasil, mas em diversos mercados. Já o Apple One, que junta até cinco assinaturas da marca (iCloud+, Apple TV+, Apple Music, Apple Arcade e Apple Fitness+), não teve seus valores alterados.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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