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Google anuncia parceria com Apple, mas dá ‘alfinetada’ em rival

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Android vai começar a rastrear AirTag
Divulgação/Apple

Android vai começar a rastrear AirTag

O Google anunciou nesta quarta-feira (10), durante seu evento anual Google I/O, uma ferramenta em smartphones Android que alerta para quando um usuário está sendo acompanhado por um AirTag desconhecido.

Os AirTags, da Apple, são dispositivos que servem para rastrear objetos, como mochilas e notebooks. Em alguns países, como Estados Unidos e Canadá, porém, os dispositivos têm sido usados por criminosos para rastrear pessoas sem que elas saibam, como colocando um AirTag em em suas bolsas, a fim de promover sequestros e assaltos .

Diante do risco, Google e Apple se uniram para levarem os alertas ao Android, que estarão disponíveis nos próximos meses. No entando, no mesmo evento em que anunciou o recurso, o Google aproveitou para dar uma “alfinetada” na Apple em um assunto antigo: RCS.

Rich Communication Services, ou RCS, é um protocolo de comunicação entre operadoras de telefonia que substitui o SMS, considerado mais seguro e melhor para interoperabilidade.

Há tempos, o Google adotou o protocolo no Android e vem criticando a Apple por não fazer o mesmo no iOS. Nesta quarta-feira, Sameer Samat, vice-presidente de gerenciamento de produtos da gigante de tecnologia arrancou risadas e aplausos da plateia ao criticar a empresa concorrente.

“Esperamos que todos os sistemas operacionais móveis captem a mensagem e adotem o RCS para que todos possamos participar de um bate-papo em grupo, não importa qual dispositivo você esteja usando”, afirmou o executivo.

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; entenda

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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira
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Google testa inteligência artificial para escrever notícias; confira

O Google está atualmente desenvolvendo uma ferramenta de IA generativa, projetada para auxiliar jornalistas em seu trabalho. Denominada “Genesis”, a plataforma tem como objetivo absorver informações detalhadas sobre eventos recentes e produzir notícias.

Segundo uma reportagem do The New York Times, o Google fez uma apresentação da ferramenta Genesis para executivos de alguns dos principais jornais dos Estados Unidos, incluindo o próprio NYT, o The Washington Post e a News Corp, empresa detentora do The Wall Street Journal. A apresentação revelou detalhes sobre o funcionamento da ferramenta de IA generativa voltada para auxiliar jornalistas em suas atividades.

Representante do Google, Jean Crider afirmou que “estamos em estágios iniciais de ideias para fornecer ferramentas de IA que auxiliem os jornalistas em seus trabalhos”, enfatizando a intenção de estabelecer parcerias com editores de notícias no desenvolvimento da iniciativa.

De acordo com pessoas que estiveram presentes na apresentação, o Google tem a convicção de que a IA poderá atuar como uma assistente no trabalho de jornalistas, automatizando o processo de produção de notícias.

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Contudo, nem todos ficaram completamente convencidos com a abordagem do Google. Alguns executivos, que preferiram manter o anonimato, revelaram ao New York Times que a proposta da IA desvaloriza os esforços dos profissionais da área em termos de apuração e produção de notícias.

Atualmente, alguns veículos de comunicação já estão empregando Inteligências Artificiais generativas para criar conteúdo, porém, as publicações de notícias têm sido cautelosas em sua adoção, principalmente devido a preocupações relacionadas à tendência da tecnologia de gerar informações factualmente incorretas.

Pesquisa feita por cientistas que atuam em Stanford e Berkeley revelou que os modelos de linguagem desenvolvidos pela OpenAI apresentaram alterações significativas em seu desempenho ao longo de alguns meses.

Os pesquisadores constataram que a precisão das respostas geradas pareceu diminuir com o passar do tempo, corroborando os relatos de usuários sobre as versões mais recentes do software apresentando uma aparente “queda de inteligência”. Usuários têm relatado há mais de um mês a percepção de uma queda na qualidade da plataforma.

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O Google liberou semana passada o acesso ao Bard no Brasil . A ferramenta, que concorre diretamente com o ChatGPT, está disponível em 40 idiomas, incluindo o português brasileiro.

O Bard funciona de forma bastante similar ao ChatGPT, conseguindo responder perguntas, resumir textos, dar ideias sobre diversos assuntos, escrever e-mails e muito mais.

Fonte: Tecnologia

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