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Galípolo é exonerado da Fazenda e ex-diretor da Meta assume cargo

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Gabriel Galípolo é exonerado da Fazenda
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Gabriel Galípolo é exonerado da Fazenda

Gabriel Galípolo foi exonerado da Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda, de acordo com decreto publicado nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União (DOU). O economista foi indicado pelo governo para assumir a diretoria de política monetária do Banco Central .

Dario Durigan assumirá o posto de Galípolo na Fazenda, segundo nomeação também publicada no DOU. O secretário-executivo da pasta é considerado uma espécie de ‘braço-direito’ do ministro Fernando Haddad.

Antes de assumir o cargo, Dario era diretor de políticas públicas do WhatsApp na Meta, empresa dona do aplicativo. No posto, que ocupou por mais de três anos, ele foi responsável pelas equipes que buscam criar estratégias para combater a desinformação na plataforma.

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Em entrevista no início de maio, quando anunciou Dario para a Secretaria-Executiva da Fazenda, Haddad disse que ele tem “altíssima qualificação técnica” e é uma pessoa na qual o ministro tem “absoluta confiança”.

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“Já trabalhamos juntos tanto no governo federal quanto na prefeitura [de São Paulo]. Ele foi um braço direito meu na prefeitura. Conheço o Dario há muitos anos. Hoje, ele está desligado [do mercado] justamente para, a meu convite, assumir essa posição que, para mim, é muito cara, muito importante. Tem que ser uma pessoa que trabalha quase que por telepatia [comigo]”, disse Haddad na ocasião.

Mestre em Direito, Dario já trabalhou em órgãos públicos, com passagem pela Advocacia-Geral da União e pela Casa Civil. Durante o mandato de Haddad na Prefeitura de São Paulo, Dario foi assessor especial do prefeito entre 2015 e 2016.

Galípolo deve passar por sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na próxima semana, etapa necessária para assumir a diretoria do BC.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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