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Reforma tributária: GT da Câmara apresenta relatório preliminar

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Deputado Aguinaldo Ribeiro apresenta relatório da reforma tributária
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil – 04.03.2020

Deputado Aguinaldo Ribeiro apresenta relatório da reforma tributária

O Grupo de Trabalho (GT) da reforma tributária na Câmara dos Deputados encerra suas atividades na tarde desta terça-feira (6), com a apresentação do relatório com as principais diretrizes da reforma.

O relator do GT e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), elogiou a atuação do ministério da Fazenda junto ao trabalho realizado pelos deputados.

“Essa reforma não é uma reforma de governo, de partido, não é uma reforma ideológica, de direita ou de esquerda, é uma reforma estrutura do Estado brasileiro, por isso é tão necessária”, disse ele.

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O principal ponto do relatório é a criação de dois Impostos Sobre Valor Agregado (IVA) que vão substituir cinco tributos que existem atualmente. O IVA federal vai reunir os atuais Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins), enquanto o IVA subnacional vai susbtituir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS).

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Os IVAs serão cobrados no momento de venda ao consumidor, simplicando a cadeia de impostos. Até quatro alíquotas diferentes devem ser adotadas.

Embora o relatório do GT esteja sendo divulgado nesta terça-feira, a proposta de substitutivo da PEC que irá à votação no plenário da Câmara deve ser apresentada nos próximos 15 dias. Segundo Aguinaldo Ribeiro, este relatório já está pronto.

Além da adoção do IVA, a reforma tributária também deve trazer cashback para pessoas de baixa renda, Fundo de Desenvolvimento Regional, IPVA para iates e manutenção da Zona Franca de Manaus.

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o relatório divulgado nesta terça será agora discutido por governadores, setores produtivos e empresários.

“Não tenho a ousadia de dizer que garanto a reforma tributária aprovada”, afirmou Lira nesta segunda-feira (5). “Temos a meta de fazer essa reforma, temos conversado e agora vai ser colocado o texto-base para ser criticado pelos governadores, setores produtivos, empresários”.

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Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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