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Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 66 milhões; veja dezenas

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Concurso sorteado neste sábado (3) é o de número 2.598
Felipe Moreno

Concurso sorteado neste sábado (3) é o de número 2.598

A Caixa Econômica Federal realizou neste sábado (3) o sorteio do concurso 2.598 da Mega-Sena, com um prêmio estimado em R$ 66.093.916,13 milhões. As dezenas sorteadas foram: 07, 14, 24, 53, 58, 60. A Caixa ainda não divulgou se houve apostas vencedoras do prêmio principal.

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Como apostar na Mega-Sena

Além do prêmio principal, para quem acerta os seis números sorteados, ainda é possível ganhar valores com quatro ou cinco dezenas.

O apostador pode escolher os números de forma avulsa ou tentar a sorte com a Surpresinha, que escolhe os números aleatoriamente, pelo sistema das Loterias. Outra opção é manter a mesma aposta por dois, quatro ou até oito sorteios consecutivos, conhecida como Teimosinha.

As apostas para a Mega-Sena podem ser feitas em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal ou aplicativo das Loterias. O valor mínimo da aposta para a escolha de seis números, entre 1 e 60, é de R$ 5,00.

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Fonte: Economia

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ECONOMIA

Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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