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Quase 300 pessoas participaram do 3º Encontro Municipal ‘Cuiabá contra a LGBTQIPNfobia’

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O Terceiro Encontro Municipal “Cuiabá contra a LGBTQIPNfobia”, realizado na noite desta quarta-feira (31), no Plenário das Deliberações do Legislativo Municipal, debateu a discriminação e a violência contra a população LGBTQIAPN+. Cerca de 260 pessoas participaram de forma remota, e aproximadamente 40 pessoas estiveram presentes no local. O evento foi idealizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. O debate pode ser assistido através da página do Facebook da Câmara Municipal (https://www.facebook.com/camaracba). O tema deste ano foi: “Você não precisa ser LGBTQIAPN+ para lutar contra a LGBTQIAPNfobia”.

Christiany Fonseca, secretária-adjunta de Direitos Humanos, destaca a importância do evento em um estado que lidera o ranking de violência contra a população LGBT. “Estamos no 3º Encontro Cuiabá contra a LGBTQIPNfobia, e infelizmente, nosso país e nosso estado ainda são muito violentos em relação à população LGBT. Somos referência em violência e números de mortes relacionadas à população LGBT. Portanto, é necessário combater essa discriminação e preconceito, pois isso afeta o acesso à saúde, educação, moradia e políticas públicas. Eventos como esse visam fortalecer a busca por políticas públicas voltadas para a população LGBT e inibir práticas de preconceito. O objetivo desse evento é sensibilizar a população para essa causa”, diz ela.

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O vereador Sargento Vidal, de Cuiabá, ressalta que o debate é para apresentar as reivindicações da população LGBTQIAPN+. “Esse evento traz visibilidade a uma população excluída. Hoje é o dia de mostrar seus anseios, suas lutas, e é mais um motivo para não desistir na busca por seus direitos. É difícil, é árduo, mas precisamos conquistar. Gostaria de agradecer ao prefeito Emanuel Pinheiro, que abre espaço para a população LGBT, garantindo a contratação de LGBTs nos órgãos públicos do município e em outras demandas. O número de participantes impressiona, quase 300 pessoas em uma quarta-feira, o que mostra união em prol da causa”, comenta o vereador.

Quelly Rocha, professora doutora do Departamento de Serviço Social do Instituto de Ciências Humanas e Sociais (ICHS) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), destaca a importância de o poder público realizar eventos voltados para a população LGBTQIAPN+. “Isso coloca a demanda dessa população em pauta na Câmara Municipal e no Executivo, que implementam leis e políticas públicas. Tivemos uma agenda de retrocessos, e por isso é importante que todos fiquem atentos ao Legislativo e ao Executivo”, avalia.

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Josi Marconi Seixas, da ONG “Mães Pela Diversidade”, ressalta que o debate é importante para os filhos e para conscientizar as famílias. “O que sempre digo é que o que acaba com uma família é a falta de respeito e amor, pois muitos pais ficam desesperados e sem chão quando descobrem que o filho(a) é LGBTQIAPN+. Portanto, não estamos sozinhas na luta contra essa violência em relação aos nossos filhos. Lutamos por políticas públicas que tornem a vida de nossos filhos menos dolorosa”, detalha.

Participaram do evento: o Professor do Instituto de Educação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Doutor Benjamim de Almeida Neves; o presidente do Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, Valdomiro Arruda; o fundador do Movimento LGBTQIAPN+; a presidenta da ONG Livremente, Jéssica Moreira; e a vereadora Edna Sampaio.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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CMI ultrapassa 62 mil atendimentos e amplia referência no cuidado pediátrico em Cuiabá

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O Centro Médico Infantil (CMI) de Cuiabá ultrapassou a marca de 62 mil atendimentos nos sete primeiros meses de 2026. Entre janeiro e julho, foram realizados 62.681 atendimentos, consolidando a unidade como um importante serviço de assistência pediátrica da rede pública municipal, no período.

Mantido pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, o CMI oferece atendimento para crianças em diferentes níveis de complexidade, desde consultas e procedimentos até situações de urgência e emergência.

Do total registrado, foram 32.324 consultas médicas, 15.526 atendimentos na Sala de Medicação, 9.959 retornos ambulatoriais e 3.511 atendimentos odontológicos.

A unidade também registrou 466 atendimentos na Sala Vermelha Pediátrica, destinada a casos graves, 426 na Sala Amarela, 275 na Sala de Observação Pediátrica e 35 atendimentos na sala de isolamento.

Outro indicador de destaque são as 33.463 classificações de risco realizadas nos primeiros sete meses do ano. A triagem permite identificar a gravidade de cada caso e estabelecer a prioridade de atendimento conforme a condição clínica da criança.

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Para a secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, os números demonstram a capacidade da rede municipal de oferecer atendimento pediátrico especializado e qualificado à população.

“Ultrapassar 62 mil atendimentos em apenas sete meses mostra a dimensão do trabalho realizado diariamente pelas nossas equipes. Estamos falando de milhares de crianças que receberam atendimento e acompanhamento dentro da rede pública. Nosso compromisso é continuar fortalecendo os serviços, qualificando os profissionais e garantindo que as famílias tenham acesso a uma assistência segura e de qualidade”, afirmou.

A secretária adjunta de Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, Érika Carvalho, destacou a estrutura e a atuação integrada das equipes como fatores importantes para garantir o atendimento conforme a necessidade de cada paciente.

“O CMI possui uma estrutura preparada para atender desde situações de menor complexidade até casos graves que exigem resposta imediata. Esses números mostram não apenas o volume de atendimentos, mas a capacidade das equipes de organizar o fluxo, classificar os pacientes de acordo com a gravidade e oferecer o cuidado adequado para cada criança”, explicou.

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A assistência é realizada por uma equipe multiprofissional formada por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, odontólogos, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, nutricionistas e outros profissionais.

Os resultados reforçam a importância do CMI na rede pública de saúde e o trabalho da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, para ampliar o acesso e qualificar a assistência pediátrica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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