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CPI da Americanas é instalada na Câmara dos Deputados

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CPI da Americanas é instalada
Divulgação/Americanas

CPI da Americanas é instalada

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o processo de recuperação judicial da Americanas foi instalada na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (17).

O deputado escolhido para presidir a CPI é Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE), e o relator do caso será Carlos Chiodini (MDB-SC).

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Com a CPI, os deputados querem saber mais detalhes sobre as inconsistências de quase R$ 20 bilhões nos lançamentos contábeis da Americanas.

“O Brasil não pode ser uma terra sem lei para um grupo econômico, seja do tamanho que for, praticar fraudes e lesar os consumidores”, afirmou Gustinho Ribeiro. ” Mesmo sendo uma empresa privada, ela acaba colando em cheque um sistema”, completou Carlos Chiodini.

A CPI pretende ouvir funcionários e ex-funcionários da Americanas, bem como a diretoria da 3G Capital, holding de investimentos privado que detinha a empresa – Jorge Paulo Lemann, Marcel Herrmann Telles e Carlos Alberto Sicupira podem ser convocados a depor. Empresas externas que faziam auditorias na Americanas também devem depor diante da CPI.

A CPI terá, a princípio, duração de 120 dias, e as sessões acontecerão às terças-feiras e quintas-feiras.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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