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Arcabouço: relator diz que texto terá sanções se meta for descumprida

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Deputado federal Cláudio Cajado, relator do arcabouço fiscal
Agência Câmara

Deputado federal Cláudio Cajado, relator do arcabouço fiscal

O relator do arcabouço fiscal , deputado Cláudio Cajado (PP-BA), sinalizou nesta segunda-feira (15) que chegou a um acordo com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de incluir gatilhos no texto do projeto.

Os gatilhos seriam punições ao governo em casos de descumprimento das metas fiscais. A gestão ficaria proibida, por exemplo, de criar novos concursos ou de dar aumento real a funcionários públicos.

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“Nós estamos perseguindo um texto que seja consensualizado. Essa questão de ter medidas e gatilhos, é necessário. Vamos apresentar no relatório a graduação que se encaixa melhor”, afirmou Cajado.

O relatório do deputado será finalizado nesta segunda e, na parte da noite, será apresentado a Haddad, a líderes partidários e ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).

Segundo Haddad, há “alguns detalhes” do texto em aberto, que devem ser discutidos nessa reunião do final do dia. Só depois, o texto modificado deve vir a público.

Fonte: Economia

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Governo sanciona PL relatado por Jayme que facilita decisão sobre aposentadoria

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O presidente Lula sancionou, sem vetos, o projeto de lei que permite a participantes e assistidos de plano de previdência complementar optar pelo regime de tributação na ocasião da obtenção do benefício ou do resgate dos valores acumulados. De autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), a matéria foi relatada pelo senador Jayme Campos (União-MT) na Comissão de Assuntos Sociais. 

Agora, pela lei 14803/2024 os beneficiários dos planos passam a ter melhores condições de optar  em relação à escolha pelo regime progressivo ou regressivo de tributação de sua renda previdenciária. A legislação de 2004 determinava que o prazo para opção era até o mês seguinte ao ingresso do usuário no plano. 

“Trata-se de uma importante, aperfeiçoa e melhora a legislação no momento em que abrange milhões de brasileiros, sobretudo nessa questão fundamental, que é o momento de estruturar sua previdência social” – frisou Jayme Campos. 

Jayme Campos lembrou que decidir o regime de tributação a ser aplicado em um plano de previdência específico, exigia que o cidadão analisasse uma série de “sofisticadas variáveis técnicas”, e contemplar diversos condicionantes de ordem pessoal, vinculados a seu perfil, sua situação familiar e orçamentária e seus objetivos de curto e longo prazo. Por isso, enalteceu a decisão do Senado e a sensibilidade do Governo.

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Ele ressaltou ainda que era latente o prejuízo que a regra então vigente causava pela inflexibilidade quanto à escolha do regime de tributação. Jayme citou o exemplo dos que, em face de uma situação emergencial, se via compelido a resgatar o montante dos recursos acumulados em seu plano de previdência, com o ônus de ter que pagar muito mais imposto do que pagaria se lhe fosse permitido optar, na ocasião, pelo regime de tributação. 

“Agora, felizmente, isso mudou” – disse, ao cumprimentar o senador Paulo Paim pela iniciativa.

Fonte: Nacional

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